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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Livro Fonchito e a Lua, imperdível!




Autor: Mario Vargas Llosa
Editora: Objetiva

'Fonchito e a Lua' é o primeiro livro infantil do autor peruano e vencedor do Prêmio Nobel de literatura em 2010, Mario Vargas Llosa.
Originalmente, a publicação faz parte do projeto da Alfaguara espanhola de publicar os grandes nomes da literatura do país para crianças menores de dez anos.
Convidado pelo autor e idealizador do projeto, Arturo Perez Reverte, Vargas Llosa conta que escrever um livro infantil “foi a realização de um sonho muito antigo, de um projeto que estava abandonado e que há muito gostaria de ter retomado.
No livro, 'O pequeno Fonchito' morre de vontade dar um beijinho no rosto de Nereida, a menina mais bonita da escola. Mas como nem tudo é tão simples, Nereida só aceitará o carinho se Fonchito puder lhe trazer, nada mais nada menos, do que a lua!
Em Lima, capital peruana onde se passa a história, a lua aparece muito pouco já que o céu quase sempre está nublado. Mas como nada é impossível, no terraço de sua própria casa, numa noite de sorte, Fonchito descobrirá uma maneira de conseguir o que tanto queria.




Li com minha filha esse premiado livro e ele é mesmo uma obra prima,
muito poético e nos faz lembrar que desde crianças vivemos lindas histórias de amor; e como me encanta a pureza do amor infantil e platônico!

Depois de ler você também vai querer roubar a lua para o seu amor!


Boa leitura!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Crônicas de uma Mãe-Coruja, Cadê meu coração?


"Cadê meu coração?

E todos os clichês deixam de ser clichê quando você se torna mãe.

Ser mãe  é uma escolha que merece ser pensada e desejada.

Afinal de contas ter um filho nos braços é uma missão preciosa e "eterna".

Sonhei muito com esse dia, na verdade meu maior sonho sempre foi ser mãe.

Eu só não sabia que meu coração iria vagar fora do meu peito...

Quando somos mães nos diluimos de tal forma nesse amor que não nos tornamos 2,
mas sim - Uno.

Unidas pelo amor incondicional que até então era algo inimaginável de se sentir.

Esse amor existe e o melhor ele não se contenta em nascer incondicional
se faz crescer absurdamente todos os dias.

Quando você tem um bebê recém-nascido o mundo pára e você tem certeza que nenhum outro momento vai ser melhor que aquele...

Até que você escuta o primeiro - MAMÃE e o mundo pára outra vez!

Logo você vê seu bebê de colo ensaiando os primeiros passo em sua direção
e você mal consegue ver de tantas lágrimas que aparecem em seus olhos.

A primeira canção cantada,
os primeiros desenhos  (rabiscos bem parecidos com Monet),
são indescritíveis.

E quando você acha que esse amor atingiu seu ápice, você recebe sua primeira cartinha, com erros de português e cheia de corações tortos desenhados.
De novo você mal consegue ler...

As festas de dia das mães é uma covardia sem tamanho!

Assim,  você percebe que todo esse amor que sente não repousa mais em seu peito e sim  nos passinhos daquela pessoa tão pequena e já completamente dona desse Coração de Mãe.

Você passa a sofrer de saudade crônica.

Você a segue com seus olhos até ela sumir entrando para a escola.

Você divaga sempre que olha a fotografia na mesa do trabalho, na tela do celular,
no porta-retrato da casa...

E você não prega os olhos antes de ver seu anjo adormecer.

Então, me pergunto: - Cadê meu coração?

- Anda por aí seguindo esse pequeninos passos, em praças, balanços, parques, sapatilhas
e por todos os lugares desse mundão. 

Apesar dele não estar mais em meu peito,
Quem disse que eu quero meu coração de volta?"

Adriana P.





quinta-feira, 19 de julho de 2012

O amor de um pai transformou o mundo da sua filha e de outras tantas com dificuldades em se comunicar, com o aplicativo Livox.


E são essas notícias que nos deixam com esperança e alegria!

Pai cria um aplicativo para ser usados em plataformas móveis, chamado LIVOX para se comunicar com filha que tem paralisia cerebral.

A tecnologia também pode ajudar pacientes com dificuldades de comunicação. Ainda mais quando o amor motiva novas descobertas. Aconteceu no Recife, Pernambuco.

Um amor sem limites: Carlos é pai de Clara, de 4 anos, que tem paralisia cerebral.
Analista de sistemas, ele usou o conhecimento e a persistência para transformar a tecnologia em uma aliada da menina.

Ele criou um programa de computador para tablets e celulares que permite a comunicação com a filha: o Liberdade em Voz Alta.

“A necessidade que a gente tem de conversar, que eu tinha de conversar com a minha filha é muito grande. Algumas pessoas que têm pacientes ou familiares que não falam às vezes se acostumam, pelo fato deles não falarem, mas eu acho que a gente não pode se acostumar”, diz Carlos Pereira.

Mais de 12 mil figuras, um programa de voz e um repertório ilimitado de frases e situações do dia a dia conectaram a pequena Clara com as pessoas e com a vida.
É como se ela falasse através do tablet.

A comunicação está ao alcance de um toque na tela. O programa permite muito mais: a criança pode dizer se está com dor, como foi o dia na escola, e o que deseja comer.
 
“A gente quer ir mais além, produzir talvez em escolas, para ter uma inclusão dessas pessoas dentro da sociedade”, conta a mãe de Clara, Aline Pereira.

Thaís não fala, e ganhou mais autonomia. Ela consegue expressar tudo que deseja.


“Acho que a comunicação traz muita independência para ela. Dentro de casa ela faz os gestos e a gente compreende”, conta a mãe de Thaís.

A família Pereira decidiu que vai compartilhar o sistema de graça pela internet com todos os pacientes que precisam desse tipo de ajuda. Para mais informações, acesse o site do aplicativo Livox:




Divulguem, assim outras crianças terão oportunidade de se valer dessa preciosa ferramenta.
A amor se multiplica sempre!




terça-feira, 12 de junho de 2012

Amor, por Mario Quintana.

FELIZ DIA DOS NAMORADOS PARA TODOS OS AMANTES!

EM ESPECIAL
PARA MEU ETERNO NAMORADO, PAULO.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Foto premiada no Concurso #instamission38 Trip Transformadores do Itaú.

Saiu o resultado do Concurso #instamission38 Trip Transformadores!!!

Minha foto FOI UMA DAS VENCEDORAS,
Selecionaram 10 fotos vencedoras, entre as 1.000 fotos participantes!
E além do lindo prêmio as fotos estão nesse emocionante video do Itaú,
Tranformar.
TRANSFORMAR É ESTIMULAR O PENSAMENTO,
INSPIRAR UM NOVO OLHAR E FAZER DIFERENTE!

Assistam!
 
 


UMA TRANFORMAÇÃO COMEÇA QUANDO ALGUÉM OBSERVA
O MUNDO COM UM OLHAR DIFERENTE
 E DECIDE QUE PODE FAZER ALGO PARA TRANSFORMÁ-LO
NUM LUGAR MELHOR PARA SE VIVER.

PODE SER UMA TRANSFORMAÇÃO DO TAMANHO DE UMA FORMIGUINHA
 E PODE SER UMA TRANSFORMAÇÃO DO TAMANHO DO MUNDO TODO

PODE SER ALGO QUE QUASE NINGÚEM PERCEBE,
MAS QUE TODOS SENTEM QUE ALGO ESTÁ ACONTECENDO.

UMA COISA É CERTA A MAIOR TRANFORMAÇÃO
ACONTECE DENTRO DA GENTE
NAS COISAS QUE AGENTE FAZ
E NA NOSSA CONSCIÊNCIA.

COM UM NOVO OLHAR QUEREMOS TRANSFORMAR O MUNDO!


Video, Lindo e Inspirador,
Para mim, transformar o mundo é plantar sementes de amor e solidariedade 
em cada pessoa que cruzar meu caminho
e torcer para que essa semente gere muitos frutos.

Como mãe transformar é ensinar para minha filha que cada um de nós
tem que transformar o mundo com gestos humanitários e pensamentos elevados.

DRA CHICLETE E DRA PIPOQUINHA FELIZ!
;O)




quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Amor Materno ajuda criança com stress na vida adulta.

(Getty Images)

Amor Materno ajuda criança a lidar com stress da vida adulta

Beijos, abraços e todo tipo de carinho vindo da mãe ajudam o ser humano a enfrentar melhor o stress da vida adulta.
Esta é a conclusão de um estudo realizado com 500 pessoas nos Estados Unidos, ao longo de 30 anos.

Joanna Maselko, líder da pesquisa, observou que níveis altos de afeto materno facilitam a criação de laços e envolvimento humano.
Além de reduzir o stress na criança, ainda pode ajudá-la a desenvolver habilidades sociais até a fase adulta.

Inicialmente, os pesquisadores avaliaram a qualidade da interação entre mães e bebês durante consultas rotineiras.
Um psicólogo observou e deu uma nota para a forma como a mãe reagia às necessidades e emoções da criança.
Cerca de 30 anos depois, eles voltaram a procurar os pacientes, agora adultos, e fizeram uma série de perguntas sobre bem-estar e condição emocional.
Além disso, os entrevistados tinham que responder se achavam que suas mães tinham sido carinhosas.

Os resultados revelaram que as crianças de mães mais carinhosas eram capazes de lidar com todos o stress e a ansiedade melhor do que as outras, que receberam menos atenção. Segundo os estudiosos, estes resultados aumentam os indícios de que a infância é a base para a construção de uma vida adulta sólida.
Contudo, a influência de outros fatores, como a personalidade, educação em casa e na escola não podem ser descartados.

O estudo foi publicado no periódico americano Journal of Epidemiology and Community Health

Essa matéria foi publicada na Revista Veja do ano passado, mas esse assunto é sempre atual, Compartilhar e dar Amor nunca é demais,
beijos Adri.


Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/amor-materno-ajuda-construir-confianca















segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Risoterapia, por Dra Chiclete no Jornal Em Sintonia.

Edição de Agosto de 2.011, Jornal Em Sintonia.


A RISOTERAPIA, por Dra Chiclete.

Tem coisa melhor do que dar uma boa gargalhada?

A boa notícia é que esta atitude não só traz um bem-estar momentâneo, como também melhora nossa qualidade de vida a longo prazo.

O riso libera endorfinas (um grupo de neurotransmissores que nos dá sensações de prazer) no sangue e isso faz com que a intensidade da dor diminua.

Cientistas afirmam que a endorfina tem uma potência analgésica cem vezes maior que a morfina (substância utilizada no tratamento da dor).

Nós Palhaços-Doutores usamos diariamente a Risoterapia em nossas vidas e dos “pacientes” que visitamos.

Ela é uma grande aliada ao tratamento médico, potencializando a cura, o bem-estar físico e emocional.

Os hospitais que empregam a Risoterapia, salientam que a melhora dos pacientes é mais rápida. Ocorre uma resposta mais eficiente do sistema imunológico, o que contribui para o estado geral do paciente.

Nesses casos me sinto confortável em usar a famosa frase:

RIR é um excelente REMÉDIO e não possui nenhuma CONTRAINDICAÇÃO!

Agora para vocês leitores que não são pacientes e nem palhaços, deixo um convite para começarem a exercitar a Terapia do Riso em suas vidas.

Como???

É muito simples, para aqueles que não conseguem dar nem uma risadinha, façam diariamente o movimento de um sorriso com os lábios como se estivesse sorrindo (simulando).

Mesmo você, “Humano”, que não sorri nunquinha, será beneficiado com essa prática, pois os movimentos dos músculos da face emitem um sinal para o cérebro produzir endorfinas.

É claro, que esse sorrisinho fajuto vai liberar pouca endorfina.

Agora se você der uma baita GARGALHADA, aí sim, seu corpo vai agradecer e você vai se contagiar pela RISOTERAPIA.
Vamos experimente!

Deseje profundamente ser feliz, esse é o primeiro passo para a felicidade.

Preencha sua vida com coisas simples e leves.

Respire, mas preste atenção na sua respiração, pois é ela que comanda o ritmo da sua vida.

Cerque-se de pessoas alegres, promova momentos de alegria junto com seus familiares e amigos.

Ria de si mesmo e das adversidades.

Celebre diariamente a vida e a natureza.

Alimente-se de forma equilibrada e saudável.

Cuide do seu corpo, ele é o templo de sua alma.

Valorize-se e ame incondicionalmente a si próprio e as pessoas que te cercam.

Seja gentil sempre, gentileza gera gentileza.

Cultive diariamente a sua fé, acredite em algo Superior.

E depois disso tudo, simplesmente: SORRIA, SORRIA E SORRIA!!!

E se você não se contentou em dar umas risadinhas e quer se transformar em um Palhaço-Doutor, junte-se à nossa TRUPE:

Venha fazer parte do PRESENTE DE ALEGRIA, onde nosso lema é:

"Faça do seu Presente a Alegria de quem Precisa!"

E prepare-se, por quê:

“RIR É CONTAGIOSO.”(Dr. Patch Adams)

www.presentedealegria.org.br
Link de acesso:
Edição de Agosto de 2011, página 14.

domingo, 14 de agosto de 2011

MEU PAI É MEU SUPER-HOMEM! FELIZ DIA DOS PAIS!!!!

Hoje minha homenagem vai para os pais mais queridos do mundo.
Aproveitamos para abraçar todos os Papais e Vovôs
 e
Desejar um FELIZ DIA DOS PAIS!!!

Pai,
Pera e Paulo:

 MEU PAI, É MEU SUPER-HOMEM.

"Que você seja sempre o herói das nossas histórias!
Que seu ombro seja sempre largo e macio!
Que seu sorriso seja sempre pacificador!
Que sua mão seja sempre macia!
Que seu olhar seja sempre um alento!
Que seus braços me conduzam sempre para o lado direito da vida!
Que seus conselhos sejam sempre ouvidos!
Que seu exemplo seja sempre seguido!
Que seu coração tenha sempre paz!
Que seu caminho seja sempre abençoado!
Que sua Fé seja sempre renovada!
Que sua vida seja longa e gloriosa!
A única certeza que tenho que é que por toda minha vida você sempre será meu
GRANDE AMOR e MEU SUPER-HOMEM!"

Das filhas apaixonadas, Adriana e Isabella.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Semana Mundial do Aleitamento Materno 2011.

HOJE É O DIA MUNDIAL DA AMAMENTAÇÃO, 01/08.
Vamos dedicar esse post à todas as AMIGAS DO PEITO!

A WABA (World Alliance Breathfeeding Association – Associação Mundial de Aleitamento Materno) lançou o tema da campanha para 2011 acompanhando o mundo moderno, visando mobilizar todas as gerações, através da comunicação:



Talk to me! Breastfeeding - a 3D Experience

Fale comigo! Aleitamento materno – uma experiência 3D.










Em 2011 o tema da Semana Mundial da amamentação visa desenvolver a comunicação entre os diversos setores como parte marcante da promoção e apoio ao aleitamento materno.

Vivemos na era da comunicação quando podemos nos conectar instantaneamente em qualquer momento de qualquer lugar do mundo.
Novas formas de comunicação se desenvolvem a cada dia e devemos utilizar esses canais para ampliar nossos horizontes e aproveitar para oferecer mais mensagens sobre o aleitamento materno.

Usando tanto as formas tradicionais como as novas, podemos conseguir que a informação flua mais além de nossas fronteiras mais próximas e ative o diálogo, transformando as palavras em ações.

Esse novo conceito desenvolve a comunicação entre as gerações, entre setores, entre gêneros e culturas e permite que nossa mensagem alcance milhões de pessoas.


 
Site da WABA: http://www.waba.org.my/



Minha história, sobre Amamentar:

 

Com muito Amor, AMAMENTEI minha filha seis meses exclusivamente com Leite Materno e tenho certeza que ela se valeu de todos os benefícios que só o Leite Materno possui e eu fui abençoada por essa experiência, que só mesmo as Mães têm o privilégio de viver.

AMAMENTAR, É:
AMOR, ENTREGA, DOAÇÃO!



Eu achei que não fosse conseguir amamentar, tinha esse receio e durante a gestação meu marido me disse assim:

Amamentar é o ato mais puro de doação, quem sabe se doar, com certeza é capaz de amamentar!

E assim aconteceu, eu realmente tinha minhas limitações fisiológicas (bico pequeno) passei por uma avaliação no hospital e eles também acharam que eu teria mais dificuldade, mas assim que peguei minha filha nos  braços já amamentei e só parei quando ela completou SEIS MESES de vida!

Amamentar foi para mim uma decisão: VOU ME DOAR INCONDICIONALMENTE!

Eu desejo que todas as Mamães possam amamentar os seus bebês, mas também conheço muitas amigas que não conseguiram e à elas eu sempre digo, NADA DE CULPA POR FAVOR!

Ser Mãe, é também se aceitar com todas as limitações e dádivas que a maternidade nos traz.

beijos para todas as AMIGAS DO PEITO!




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terça-feira, 26 de julho de 2011

Amor de Neto, por Guga.

"Guga, 03 aninhos fala para seu Vovô:
Vô, amo você MAIS do que os meus bonecos"



Existe maior prova de Amor do que essa?
 Por isso sou fascinada por Crianças, beijos para você Guga!


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sou uma Mãe-Palhaça, Matéria da Dra Chiclete no Jornal Em Sintonia, Julho de 2011.

Aqui vou mostrar minha " MELHOR FACE", a DRA. CHICLETE,

uma PALHAÇA-DOUTORA, que nasceu para espalhar AMOR e RISO!

O Palhaço tem a alma da CRIANÇA e o motivo da Dra Chiclete estar aqui é trazer para o Blog,

ALEGRIA, COMPAIXÃO, CARIDADE, LUZ e ainda mais AMOR!

Dra. Chiclete é uma Palhaça-Doutora, formada em Medicina do Riso,
com especialidade em Besteirologia
e PHD em Riso Frouxo.

A DRA. CHICLETE ESTREIA NESSE MÊS DE JULHO UMA COLUNA NO JORNAL EM SINTONIA



Sobre o Jornal:

O Jornal Em Sintonia é uma publicação mensal de 20.000 exemplares, da empresa Jornalística Mensaje e distribuído em 20 bairros da Zona Sul de São Paulo.

Confira aqui os bairros:(http://www.jornalemsintonia.com.br/area.htm).

Todos os meses postaremos aqui na Íntegra as matérias do Jornal.


Meu profundo agradecimento à Editora do Jornal, Déborah Copic, por esse convite.

Ela chegou até mim de forma inusitada, mas por SINTONIA e afinidade, me concedeu essa linda oportunidade de divulgar a grandeza do trabalho voluntário e a beleza da alma dos palhaços.

 Edição de Julho de 2.011, Jornal Em Sintonia.


Dra. Chiclete por Dra. Chiclete


Respeitáaaaaaaaaavel Públicooooooooooo é com muita honra e alegria que estreio essa coluna!


Eu, Dra. Chiclete, sou humanitária assim como esse Jornal e por estarmos Em Sintonia, recebi esse maravilhoso convite, ou melhor, um presente!


Irei falar aqui um pouco de vários assuntos: Voluntariado, Doação, Caridade, Amor, Alegria, Clowns, Risoterapia e, claro, muita Palhaçada.


Sou uma Palhaça-Doutora e para quem não me conhece vamos lá às apresentações:


Minha humana, Adriana Perazzelli, queria compartilhar um pouco de amor, solidariedade e alegria com aqueles que estão vivendo situações adversas.


Como ela sempre teve uma veia cômica, o universo conspirou para que ela encontrasse uma louca família de palhaços. Foi quando ela conheceu uma ONG com os mesmos propósitos e trabalho que buscava. Aí tudo começou...


Decidiu colocar a menor máscara do mundo, seu nariz vermelho e assim, nasceu a Dra. Chiclete, uma palhaça barulhenta, doce e grudenta, sim, isso mesmo...pois ela não desgruda de “suas crianças” como voluntária da ONG Presente de Alegria, que utiliza as técnicas desenvolvidas pelo Dr. Hunter Patch Adams, o criador de um método revolucionário de cuidar e humanizar os pacientes através da alegria e da amizade, e cujo grupo de voluntários realiza visitas em diversas instituições atendendo crianças, enfermos e idosos.


Visito um abrigo de crianças carentes com câncer e é lá que o melhor da “minha humana” e de mim própria se manifesta.


O palhaço pode tocar a fundo a alma de alguém, ele é desprovido de senso, de bloqueios, é puro e ingênuo, ele se aproxima da alma das crianças que vêem a vida com encantamento e diversão. Através do lúdico ele transforma dor em distração, resistência em toque, tristeza em felicidade, ele é o mago do amor.


A doação é a troca mais justa que existe, Sábio Jesus que nos ensinou: “Amar o próximo como a si mesmo.”


Não tem como alguém ser realmente feliz sem pensar no seu semelhante, fazemos parte da mesma história, da mesma família, do mesmo planeta e por isso o doar-se, cura a alma, cura o coração e cura o mundo.


Cada semente de amor plantada faz todo o Universo vibrar em outra freqüência e o verdadeiro milagre se faz, o amor transforma a dor.


Ahh... nem preciso dizer que eu, Dra. Chiclete, adoro rosa, rosa-chiclete, andar de mobilete, charrete, tenho uma tia que se chama Odete, pedi para o papai Noel um patinete, não resisto a um crepe suzette, mas o que eu mais gosto mesmo é de um confete!!!


Falando em Risoterapia, você já deu uma gargalhada hoje?
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Link da página no site, visualizar em:


Edição anteriores, Edição de Julho, Capa e Matéria na página 11: http://www.jornalemsintonia.jor.br/Main.php?MagID=3&MagNo=17











quarta-feira, 13 de julho de 2011

Entrevista Brilhante com Dr. Patch Hunter Adams.

Traremos uma série de Entrevistas Brilhantes e para estreiar:

Vamos conhecer um pouco do Dr. Hunter Patch Adams e ver como esse médico revolucionou o ambiente hospitalar, trazendo um pouco de alento para aqueles que tem dor, através uma projeto de humanização hospitalar com a terapia do Riso!!! Palmas para ele e que ele traga muitos risos aos corações dos que precisam!














Entrevista: Patch Adams

Doutor e Palhaço
O médico americano cuja vida virou filme, diz que o humor e a esperança são bons auxiliares no tratamento dos doentes.
Fonte: Rosana Zakabi/Revista Veja

Quem vê o médico americano Patch Adams com nariz de palhaço e cabelos coloridos pode achar que ele acabou de sair de um circo. É quase isso. Há três décadas, Adams transforma os quartos dos hospitais que visita em um verdadeiro picadeiro. Sua especialidade é animar pacientes com brincadeiras para reduzir o sofrimento deles. A vida de Adams foi retratada em 1998 no filme O Amor É Contagioso, com o ator Robin Williams no papel principal, e serviu de inspiração para o surgimento de vários grupos doutores da alegria, espalhados pelo mundo. O médico é autor de três livros, dois deles publicados no Brasil. Neles, Adams defende sentimentos como humor, compaixão, alegria e esperança no tratamento de pacientes e diz que o medo que os médicos têm de cometer erros destrói a relação médico-paciente. Aos 58 anos, Adams dirige o Instituto Gesundheit (Saúde, em alemão), nos Estados Unidos, que atende pacientes de graça. Também dá palestras e cursos em vários países. De Arlington, cidade onde mora com a mulher e dois filhos, Adams concedeu a seguinte entrevista a VEJA.


Veja – O filme O Amor É Contagioso mostra o senhor como um médico que se preocupa muito com os sentimentos dos pacientes. O senhor sempre foi assim?


Adams – Nem sempre. No fim da adolescência, não me preocupava com ninguém. Devido à morte de meu pai, ao suicídio de um tio muito querido e ao fim de um namoro, comecei a ficar obcecado pela idéia de morrer. Cheguei a tomar vinte aspirinas de uma só vez, tentei pular de um precipício. Até que um dia pedi a minha mãe que me internasse em um sanatório mental. Lá, conheci gente que estava tão pior que eu que fez minha dor parecer trivial. Eram pessoas que sempre viveram com raiva e desespero. Essa experiência me fez perceber quanto as emoções podem influenciar em nossa vida, seja de forma positiva ou negativa. A partir de então, comecei a dar mais importância aos sentimentos das pessoas.


Veja – Estudos mostram que emoções como o perdão, a alegria e a esperança podem acelerar o processo de cura. Mesmo assim, muitos médicos não se preocupam com isso. Por que eles são tão resistentes a essa idéia?


Adams – Os médicos tendem a esconder os sentimentos porque acham que ficarão vulneráveis se demonstrarem qualquer tipo de emoção. Antigamente existia o médico da família, que ia até a casa de seus pacientes, ouvia com atenção os problemas de cada um e conhecia cada integrante da família pelo nome. Hoje, o paciente é tratado como cliente de loja, que paga para obter o serviço. O amor passou a não ter espaço na área médica. Se o médico gasta tempo com amor, não tem retorno financeiro algum. Só ganha dinheiro se dá um remédio ao paciente ou faz alguma intervenção cirúrgica.


Veja – Em seu livro A Terapia do Amor, o senhor diz que os médicos, em sua maioria, se sentem como se fossem deuses.


Adams – Na verdade, é a sociedade que exige do médico que ele aja como se fosse um Deus. Espera-se que ele faça milagres e não erre nunca. Isso é impossível. Como todo ser humano, o médico pode errar. Essa idéia de que o médico tem de ser perfeito também prejudica a relação com o paciente. Faz com que este coloque toda a responsabilidade do que ocorre com ele nas mãos do médico. E isso é errado. O paciente é mais responsável pela própria recuperação do que o médico que o está tratando.


Veja – Como assim?


Adams – A maioria dos problemas de saúde ocorre por causa do estilo de vida inadequado do paciente, pelo sedentarismo e pela má alimentação. O médico geralmente só é procurado quando a doença já está em estágio avançado. O grande problema é acreditar que a medicina e a ciência têm a resposta para todos os nossos problemas. Não é verdade. Muitas vezes, a solução está em casa, nos pequenos hábitos do dia-a-dia.


Veja – Que conselhos o senhor daria para os médicos se tornarem melhores profissionais?


Adams – Medicina envolve relacionamento entre médico e paciente. Um bom médico é aquele que sabe cultivar essa relação por meio da troca de experiências, amizade, humor, confiança. Se existe desconfiança de um dos lados, essa relação vai por água abaixo. O grande problema da medicina é que os profissionais da saúde se sentem cobrados demais, acumulam várias funções e acham que não são devidamente recompensados por isso. A possibilidade de haver processos contra erros apavora os médicos, e a desconfiança destrói a relação médico-paciente.


Veja – Qual é o papel dos pacientes nessa relação médico-paciente?


Adams – O paciente precisa ter um sentimento amável e verdadeiro em relação a si mesmo. Não há nada pior que um comportamento autodestrutivo no processo de recuperação. É necessário ser um paciente paciente. A medicina não é como um sistema fast food, em que todas as necessidades são rapidamente resolvidas. Por isso, é importante escolher bem o médico, porque é preciso ter confiança nele. O médico demora muito para atender? Peça a ele que agende menos consultas. O paciente tem esse direito.


Veja – Qual é a importância da fé na cura de um paciente?


Adams – Em muitos casos, é mais importante que qualquer pílula ou intervenção cirúrgica. O paciente com fé tem uma capacidade maior de entrega, o que lhe traz conforto em todas as situações. Isso também vale para os familiares de doentes terminais. Quando comecei a trabalhar como plantonista em hospitais, descobri que as famílias que seguiam alguma religião se sentiam mais calmas quando rezavam do que quando tomavam algum tranqüilizante. A partir daí, procurei sempre descobrir se os familiares do paciente seguiam alguma religião. Em muitos casos, até rezava com eles.


Veja – Em sua opinião, é necessário seguir alguma religião para ter fé?


Adams – De forma alguma. Eu, por exemplo, tenho fé, mas não sigo nenhuma religião. A religião é uma instituição, e a espiritualidade é amor e ação. Eu acredito mais na espiritualidade.


Veja – O senhor acredita em Deus?


Adams – Não. Eu acredito na serventia do amor para todas as pessoas.


Veja – Em seus livros, o senhor diz que as pessoas não deveriam ter medo da morte. Pelo contrário, poderiam fazer dela uma diversão. Mas lidar com a morte quase nunca é fácil. Como é possível lidar com a morte com menos sofrimento?


Adams – Na vida, temos de fazer escolhas. Se não há como mudar o rumo dos acontecimentos, podemos optar por vivenciar cada momento de uma forma alegre, agradecendo por tudo de bom que tivemos durante a vida, por nossa família e nossos amigos. Ou, então, achar que a vida não valeu nada, ver só o lado negativo das coisas, esquecer tudo de bom que nos aconteceu até hoje e morrer de forma miserável. Morrer é uma das poucas coisas que ocorrem com todo mundo, mas quase ninguém suporta pensar nisso. O que estou sugerindo é que a morte não precisa ser exatamente uma experiência horrenda.


Veja – Não é difícil fazer palhaçadas para um paciente que vai morrer no dia seguinte?


Adams – Não, porque é o próprio paciente que opta por isso. Eu sempre pergunto: "O que você quer? Você quer ser miserável ou você gostaria de se divertir e ter momentos de alegria?" Se ele quer se sentir miserável no leito de morte, que seja miserável. Se ele não quer ser miserável, nós podemos brincar e rir com ele. É gratificante poder fazer algo de positivo para os pacientes, mesmo os terminais.


Veja – Nos hospitais, é mais fácil fazer brincadeiras com crianças que com adultos?


Adams – Isso varia muito de um paciente para outro, mas em geral as crianças são mais fáceis de lidar, porque, diferentemente dos adultos, elas não param para pensar e refletir sobre o que fazemos. Apenas vivenciam a experiência.


Veja – As escolas de medicina reconhecem hoje a eficiência de sua forma de tratar os pacientes?


Adams – Eu acho que a maioria não dá importância a isso. Grande parte dos médicos, infelizmente, ainda está mais preocupada em garantir seu salário no fim do mês. Eles não gostam da roupa que usam, não gostam de seus pacientes.


Veja – Suas idéias, que não eram aceitas no passado, são divulgadas hoje na maioria dos livros de auto-ajuda. O senhor considera isso uma vitória?


Adams – A verdade é que não criei nada disso. Tudo o que digo já era falado ao longo dos séculos. Palavras de solidariedade, de conforto, conselhos a quem se ama sempre foram passados de mãe para filho, de avó para neto desde que o mundo é mundo. O fato é que as pessoas só começaram a se interessar mais por isso recentemente.


Veja – O senhor costuma dizer que é mais palhaço do que médico. Por quê?


Adams – Porque, como médico, só posso tratar os pacientes quando eles têm algum problema de saúde. Já como palhaço posso alegrar as pessoas em qualquer lugar e a qualquer hora, independentemente de estarem elas doentes ou não. Além disso, ser palhaço é mais divertido.


Veja – O que o senhor achou do filme sobre sua vida?


Adams – Eu gostei do filme, mas achei que poderia ter tido mais emoção, ter sido menos morno.


Veja – Por quê?


Adams – Bem, porque o diretor não teve muita imaginação...


Veja – E da atuação de Robin Williams, o senhor gostou?


Adams – Sim, ele é uma excelente pessoa e um ótimo ator. Ele fez um trabalho fabuloso, todos os meus amigos acharam que ele conseguiu passar a minha essência de forma correta.


Veja – Há semelhanças entre o senhor e Robin Williams?


Adams – Nós somos parecidos em muitas coisas. Ele é muito generoso, tem compaixão pelas pessoas e é muito divertido. Mas também temos algumas diferenças de personalidade.


Veja – Que diferenças?


Adams – Ele é muito mais tímido que eu.


Veja – O filme mudou sua vida?


Adams – Mudou minha vida para sempre. O que não consegui arrecadar em três décadas para a construção do hospital do Instituto Gesundheit obtive em seis semanas. Mas continuei e continuo sendo a mesma pessoa de antes.


Veja – Então, o filme foi positivo para o senhor.


Adams – Ah, sim, sem dúvida. O filme rodou o mundo e fez com que as pessoas conhecessem meu trabalho. Em vários lugares, mesmo os que eu já havia visitado antes, as coisas se tornaram mais fáceis. Consigo falar com as pessoas mais rápido, elas sempre atendem aos meus telefonemas.


Veja – O senhor conhece os Doutores da Alegria do Brasil?


Adams – Sim, encontrei alguns palhaços que fazem um trabalho semelhante ao meu quando estive no Brasil, há alguns anos.


Veja – E o senhor gostou do trabalho deles?


Adams – Sim, muito. São bons colegas de profissão.


Veja – Seu nome verdadeiro é Hunter. Como surgiu o Patch?


Adams – Hunter é meu nome legal. Nem me lembro mais de como surgiu o Patch, foi há quarenta anos, já faz parte de mim. Como surgiu não tem mais importância.


Veja – Há algum sonho que o senhor ainda não realizou e gostaria que se concretizasse?


Adams – A paz mundial. Não haver mais crianças de rua. Ver as pessoas se ajudando mutualmente, todas as famílias se auto-sustentando. Tudo isso são sonhos. Pode parecer utópico, mas acredito que seja possível. É por isso que faço o que faço. Eu trabalho o tempo todo para concretizar meus sonhos. É por essa razão que estou concedendo esta entrevista. Se eu não acreditasse, não faria nada disso.

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