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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O brilho do Natal em homenagem aos palhaços do mundo!


Texto escrito para a Coluna da


Em homenagem à todos os Palhaços ( e a Dra Chiclete) por esse dia tão feliz
10/12!


O BRILHO DO NATAL

Em uma noite de céu estrelado um menino se encantou com uma vitrine repleta de enfeites natalinos e muitas luzes.



Ele morava em ali perto, mas na sua casa não tinha uma árvore daquelas cheia de luzes. Por isso fazia questão de todas as noites passar em frente da loja da árvore brilhante para começar a sonhar.



Ele ficava imaginando como era o Natal das crianças que tinham árvores como aquela em suas casas.

Imaginava um monte de presentes ao redor da árvore, e nem podia imaginar o quanto incríveis deveriam ser os presentes que elas ganhavam.

A única coisa que ele sabia é na noite de Natal em sua casa todos faziam uma oração em homenagem ao menino Jesus que fazia aniversário nessa noite e jantavam juntos.



Ele gostava muito porque tinha uma comida gostosa e sempre tinha muitas crianças por perto, mas se tivesse uma árvore daquelas cheia de bolas vermelhas penduradas com muitos presentes sem dúvida seria perfeito!

Ele não sabia que naquele Natal ele e as outras crianças teriam uma supresa. Além das pessoas que sempre estavam com ele viriam alguns de palhaços animarem a festa.



Na noite da véspera de Natal ele passou como de costume em frente à vitrine da super árvore brilhante e começou a ser perder na sua própria imagem da bola de que enfeitava um dos galhos. Fechou os olhos e pensou que no próximo Natal ele queria muito ter uma daquelas bolas brilhantes vermelhas.

Em um sobressalto lembrou que não podia se atrasar senão sua mãe iria ficar uma fera. Voltou correndo para casa.

Lá na casa - Assim que todas as crianças estavam prontas pediram para elas sentarem-se no chão da sala e ao fundo ouvia-se uma música alta e um monte de risada.

As crianças se entreolhavam sem nada entender...

Em seguida surge na sala um bando de palhaços com roupas coloridas, sapatos enormes, buzinas, instrumentos e uma BOLA VERMELHA BRILHANTE no lugar do nariz.

O menino apaixonado pelas bolas de natal se emocionou e lembrou-se do seu misterioso pedido para a árvore da loja.

Sem ele perceber uma das palhaças se aproximou dele e disse para ele:

O verdadeiro espírito do Natal é isso, alegria, união, amizade, caridade e muito brilho.

Eu tenho um nariz vermelho que brilha muito e as crianças têm os corações mais brilhantes do mundo, porque é o Amor que trazemos em nossos corações que transforma a vida e nos traz a verdadeira felicidade.



Um beijo na ponta do nariz e até a próxima

Adriana

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Palhaça-Mãe a redundância do amar, por Dra. Chiclete - BLOG Presente de Alegria




“Sou palhaça, adoro ver alguém gargalhar;

Sou mãe, meu maior hobby é corujar;

Ser Palhaça-Mãe é a redundância do amar.


Aqui no Presente de Alegria tem todo tipo de Palhaço-Doutor;
tem Palhaço-Artista, tem Palhaço-Músico, tem Palhaço- Maluco
e tem também algumas Palhaças-Mães.

Eu, Dra. Chiclete, além de rosa e aparecida sou Palhaça-Mãe de uma futura palhacinha-doutora!

Ser voluntário não é só uma forma de ajudar ao próximo; é um caminho que escolhemos percorrer entregando-se de corpo e alma para o bem do outro e para nosso próprio crescimento.

Ao se tornar um voluntário você percebe que ganha mais do que dá, você cresce mais do que ensina, você ri mais que um palhaço e você colhe muitas sementes de amor para si e para aqueles que estão ao seu redor.

Quando somos mães o nosso maior desejo é que nossos filhos cresçam felizes e o maior desafio é educá-los com valores sólidos.

Ser uma “Palhaça-Mãe” abriu um universo em minha vida que jamais poderia imaginar. Minha filha começou a me imitar - se fazendo de palhacinha, conta para os amigos com orgulho sobre ajudar crianças carentes e doentes e tem mais desprendimento para doar seus brinquedos.

Isso é maravilhoso para a formação de caráter das nossas crianças. Elas aprendem com o que veem e não com o que ouvem e assim a magia do nariz vermelho invadiu a minha casa também.

Permitiu-me ensinar sobre doação, compaixão, adversidade, simplicidade e claro muita alegria e riso.

É mesmo um milagre, pois as crianças são o nosso futuro e não estou falando de ego, de fazer o bem e contar para todo mundo. Mas, se as crianças são o nosso futuro que elas possam ver bons exemplos de amor e caridade e que acreditem que isso não é uma qualidade e sim uma obrigação de todos.

O voluntariado é como o Amor, sempre se expande, sempre contagia e sempre transforma os nossos corações, nossas almas e as pessoas.

E nós Palhaços-Doutores somos assim aparecidos. Adoramos quando nosso nariz é capaz de mudar o mundo de alguém, porque somos também loucos em acreditar que somos capazes de juntos mudarmos o mundo todo."



Dra. Chiclete,
Voluntária do

terça-feira, 5 de junho de 2012

Sou Voluntária e você? por Dra. Chiclete para o Jornal em Sintonia.


Texto da Dra. Chiclete


"Sou Voluntária e você?

“Segundo definição das Nações Unidas”, "o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, às diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos...”.



Posso resumir o voluntariado em uma só palavra, Doação e o Voluntário, Doador de amor.



Assisti a uma palestra da Monja Coen, que falou com sábias palavras sobre fazermos parte da mesma rede e que somos todos responsáveis por tudo que acontece com o Planeta, por isso não tem como não pensarmos no coletivo.


Meu caminho de doação eu encontrei no Voluntariado, porque além do que fazemos por nossos familiares e amigos o coletivo precisa muito de nós.


Não tem como ficarmos sentados esperando pelo governo, somos todos responsáveis pelas pequenas mudanças semeadas ao nosso redor.


Eu percebo que muitas pessoas tem vontade de ajudar, mas não sabem como e nem onde.


Comece se perguntando o que te traria felicidade em ajudar o próximo? Ajudar desabrigados, crianças carentes, idosos, enfermos, jovens, animais abandonados, a natureza, uma comunidade, etc., etc.


Tem uma infinidade de ONGs ávidas por sua ajuda.


O voluntariado é um serviço extremamente gratificante, você recebe o dobro que doa, você encontra pessoas semelhantes a você, que lutam pela mesma causa.


Aumenta a consciência coletiva, satisfação pessoal, você descobre que o pouco tempo que você tinha se multiplicou.


As inquietações de sua alma diminuem e aumenta sua capacidade de amar ao próximo indistintamente.


O altruísmo e a solidariedade são na verdade as melhores qualidades de caráter que podemos ter, porque fazer parte dessa grande corrente nos torna um elo mais forte e mais completo em todos os aspectos de nossa vida.


Podemos dar exemplo para nossas crianças, ajudando a construir um futuro mais promissor e mais equilibrado.


Ao final do trabalho você descobre que a adversidade está por todos os lados, mas o Amor é capaz de transformar tudo, através de um plantio contínuo e perseverante.


O Planeta está ai, nós que vamos escolher como viveremos nele.


As boas semeaduras geram frutos de amor e progresso na vida de todos."






Deixo meu convite para quem quiser ser voluntário do Presente de Alegria,
acessem:

Dra. Chiclete.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Blogagem Coletiva #servoluntariovaleapena.


Hoje para comemorar o Dia Internacional do Voluntariado,
partipamos da Blogagem Coletiva, SER VOLUNTÁRIO VALE A PENA.

Eu posso dizer com todas as letras que o voluntariado é uma via de mão dupla, pois quando você entra nesse "caminho" você se surpreende com a quantidade de coisas boas que recebe na vida.
Ainda que você entre pensando em doar, acabamos por receber mais que doamos.

O Amor é assim ele se multiplica.

Sou a DRA CHICLETE, voluntária da ONG www.presentedealegria.org.br , uma ONG de Palhaços-Doutores que utiliza as técnicas do Dr. Patch Hunter Adams, através da Risoterapia, levamos alegria para quem se encontra na adversidade com o propósito de trazer bem-estar, alegria e muito amor, para crianças, idosos e enfermos.

"O voluntariado trouxe para minha vida a possibilidade de ser um "exemplo"
para minha filha. 
O fato de ser voluntária não me torna melhor que as outras pessoas, ele é um caminho que escolhi percorrer na direção de me tornar um ser humano melhor e assim semear sementes de amor por onde passar.
Meu desejo é que essas sementes se multipliquem e floresçam"
 
E você é voluntário?
MULTIPLIQUE ESSA AÇÃO!

Uma campanha do Conselho Brasileiro de Voluntariado Empresarial.



Update: O depoimento também pode ser visto no PORTAL RIO VOLUNTÁRIO
http://www.riovoluntario.org.br/?p=546

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Foto premiada no Concurso #instamission38 Trip Transformadores do Itaú.

Saiu o resultado do Concurso #instamission38 Trip Transformadores!!!

Minha foto FOI UMA DAS VENCEDORAS,
Selecionaram 10 fotos vencedoras, entre as 1.000 fotos participantes!
E além do lindo prêmio as fotos estão nesse emocionante video do Itaú,
Tranformar.
TRANSFORMAR É ESTIMULAR O PENSAMENTO,
INSPIRAR UM NOVO OLHAR E FAZER DIFERENTE!

Assistam!
 
 


UMA TRANFORMAÇÃO COMEÇA QUANDO ALGUÉM OBSERVA
O MUNDO COM UM OLHAR DIFERENTE
 E DECIDE QUE PODE FAZER ALGO PARA TRANSFORMÁ-LO
NUM LUGAR MELHOR PARA SE VIVER.

PODE SER UMA TRANSFORMAÇÃO DO TAMANHO DE UMA FORMIGUINHA
 E PODE SER UMA TRANSFORMAÇÃO DO TAMANHO DO MUNDO TODO

PODE SER ALGO QUE QUASE NINGÚEM PERCEBE,
MAS QUE TODOS SENTEM QUE ALGO ESTÁ ACONTECENDO.

UMA COISA É CERTA A MAIOR TRANFORMAÇÃO
ACONTECE DENTRO DA GENTE
NAS COISAS QUE AGENTE FAZ
E NA NOSSA CONSCIÊNCIA.

COM UM NOVO OLHAR QUEREMOS TRANSFORMAR O MUNDO!


Video, Lindo e Inspirador,
Para mim, transformar o mundo é plantar sementes de amor e solidariedade 
em cada pessoa que cruzar meu caminho
e torcer para que essa semente gere muitos frutos.

Como mãe transformar é ensinar para minha filha que cada um de nós
tem que transformar o mundo com gestos humanitários e pensamentos elevados.

DRA CHICLETE E DRA PIPOQUINHA FELIZ!
;O)




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Seja bem-vinda Eterna Criança, por Dra Chiclete.

Edição Outubro 2011.



“Todos têm uma criança alegre dentro de si,

mas poucos a deixam viver.”

Augusto Cury.


Seja bem-vinda Eterna Criança, por Dra Chiclete.

Há um ano lembrei que meu sonho de criança era ser escritora. Voltei a entrar em contato com minha Eterna Criança e a acreditar novamente em alguns sonhos.
Desde então, para o bem de minha alma, comecei a escrever um blog sobre crianças. (www.criancasdasestrelas.blogspot.com).

No mês das crianças vou aproveitar para lembrar aqui da Eterna Criança que existe em nós.

Como era sua criança?

Qual desenho gostava de assistir?

Qual o seu doce favorito?

Lembra dos seus amigos e seu “primeiro amor”?

A comida predileta que a mamãe fazia?

Quais suas cantigas de roda e brincadeiras preferidas?

Você se lembra qual era o seu sonho de infância?

Para deixar essa criança invadir nossa mente e alma, vamos lembrar tudo que a nossa criança faz e vive e que já nos esquecemos, ou simplesmente não percebemos.

A criança:

Olha o mundo com total encantamento e brilho nos olhos.

Não tem medo de levantar ao cair e não desiste enquanto não consegue.

É capaz de firmar laços eternos de amizade.

Sorri de si mesmo, estende a mão sem preconceito.

Desvenda os mistérios como o cientista.

Vê magia em tudo na vida e vive sonhando acordada.

Coloca alegria em tudo que faz, vê graça nos mínimos detalhes e sorri sempre.

É portadora da pureza, solidária e otimista por natureza.

Tem olhar maroto, não olha para trás e não se arrepende do que faz.

Possui instinto de superação e dificilmente se entrega à enfermidade.

Não se preocupa com o amanhã, o momento presente é único e isso ajuda a eliminar as preocupações de querer mudar aquilo que não depende de nós, vive como se fosse o último dia de sua vida.

Celebra as conquistas, das menores às grandiosas.

Não guarda rancor e basta um “dedinho” para ficar de bem, perdoar.

Abusa dos seus dons e vivencia plenamente todas as formas de arte em tudo que faz.

E agora, para resgatar essa criança, vamos pular em poça, rolar na grama, pintar o sete, cantar bem alto, gritar, espernear, se lambuzar, subir em árvore, virar estrela, pular corda, ver desenho nas nuvens, soltar bolhas de sabão...

Seja bem-vinda Eterna Criança entre e fique à vontade!

Cuidemos da Eterna Criança que existe em nosso coração, para que nosso adulto volte a sorrir e a sonhar em sintonia com a dádiva da vida!

E um feliz dia das Crianças!

 
Edição de Outubro 2011, página 14.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mãe-Palhaça, no Blog Minha Mãe que Disse.

Amanhã é meu aniversário e hoje já ganhei um delicioso presente!

Um texto meu publicado no Blog Minha Mãe que Disse @MMqD,
Um Blog que reune toda a Blogosfera Materna (e paterna) em um só portal!
São mais de 800 Blog´s em uma só "pracinha" virtual.
É um espaço acolhedor e com muita troca de informação e emoção!

Agradeço muito às mamães, Roberta e Flávia do MMqD, por esse convite e estou muito feliz por dividir com vocês o meu melhor papel, o de Mãe-Palhaça!

Convido vocês à lerem na íntegra o texto lá no Portal Minha Mãe que Disse!

MÃE-PALHAÇA

Acessem esse link para ler:


Nossos votos de muito sucesso ao MMqD!!!
beijos, Dra Chiclete e Dra Pipoquinha ;o)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Criança Chocolate, por Taila.



A Titia Marcela levou sua sobrinha Taila Maria, 05 anos para uma festa em um Abrigo de Crianças e lá ela constatou:
"Tia, aqui tem crianças cor da pele e tem uns marronzinhos também, da cor de chocolate"

Isso mesmo Taila é como a caixinha de lápis de cor, só muda a cor porque somos todos iguais!
Tia Marcela, parabéns por seu trabalho como a
Palhaça-Doutora, Dra. Xuca e também por dar esse lindo exemplo para os seus sobrinhos!
beijos Adri.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Eu Vejo Flores Em Você, por Dra. Chiclete.



Matéria de Setembro 2011.

Eu vejo flores em você, por Dra Chiclete.

Setembro é o mês que se inicia a Primavera, estação das cores, dos amores, dos aromas e das flores.

Finda o inverno, que foi a época em que a mente estava voltada para o pensar e inicia-se a época favorável aos sentimentos.

No Japão cada estação do ano tem um significado e a primavera significa florescer.

Em diversas religiões a primavera serve para celebrar especialmente a natureza, para eles é tempo de contemplação.

No Budismo foi na primavera que Buda nasceu no meio de uma chuva doce e todas as flores se abriram.

No Xintoísmo, tudo na natureza é representação de Deus, o brotar das plantas são sinônimos da força concentrada de Deus.

Na Antroposofia, as escolas Waldorf comemoram com muita festividade a chegada da primavera, com veneração, respeito e gratidão à natureza.

Na Astrologia, é o fim da noite e o despertar do raiar de um novo dia.

A integração do homem com a natureza anda meio enfraquecida, mas para o nosso próprio equilíbrio, se olharmos com atenção, nela há diversos ciclos; os ciclos das estações, ciclos lunares e cada ciclo tem o seu propósito.

O propósito essencial da primavera está em sairmos do intimismo e recolhimento do inverno, para desabrocharmos para o novo, para iniciar projetos, estudos, expandir a consciência, embelezar a vida, organizar a casa, organizar nosso íntimo, esbanjar criatividade e florescer.

É tempo também, de cuidar dos nossos relacionamentos, na primavera ficamos vigorosos, cheios de vida e entusiasmo. Bom para cuidar de si, mas também cuidar do outro, a fim de nos relacionarmos de forma mais harmônica.

Procure cultivar melhor seus relacionamentos, semeando laços de amizade, regados diariamente com cumplicidade e paciência para colher a beleza da troca.

Ver flores por onde andar, respirar os aromas das boas novas e encher os olhos de alegria.

Florescer, com mais vitalidade, sentir que a vida é um eterno renovar.

A vida cumpre o ofício de florescer bem ao seu tempo.

E agora é tempo de florescer e ser feliz.

Eu vejo flores em você!

 
Link da Matéria Online:

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Risoterapia, por Dra Chiclete no Jornal Em Sintonia.

Edição de Agosto de 2.011, Jornal Em Sintonia.


A RISOTERAPIA, por Dra Chiclete.

Tem coisa melhor do que dar uma boa gargalhada?

A boa notícia é que esta atitude não só traz um bem-estar momentâneo, como também melhora nossa qualidade de vida a longo prazo.

O riso libera endorfinas (um grupo de neurotransmissores que nos dá sensações de prazer) no sangue e isso faz com que a intensidade da dor diminua.

Cientistas afirmam que a endorfina tem uma potência analgésica cem vezes maior que a morfina (substância utilizada no tratamento da dor).

Nós Palhaços-Doutores usamos diariamente a Risoterapia em nossas vidas e dos “pacientes” que visitamos.

Ela é uma grande aliada ao tratamento médico, potencializando a cura, o bem-estar físico e emocional.

Os hospitais que empregam a Risoterapia, salientam que a melhora dos pacientes é mais rápida. Ocorre uma resposta mais eficiente do sistema imunológico, o que contribui para o estado geral do paciente.

Nesses casos me sinto confortável em usar a famosa frase:

RIR é um excelente REMÉDIO e não possui nenhuma CONTRAINDICAÇÃO!

Agora para vocês leitores que não são pacientes e nem palhaços, deixo um convite para começarem a exercitar a Terapia do Riso em suas vidas.

Como???

É muito simples, para aqueles que não conseguem dar nem uma risadinha, façam diariamente o movimento de um sorriso com os lábios como se estivesse sorrindo (simulando).

Mesmo você, “Humano”, que não sorri nunquinha, será beneficiado com essa prática, pois os movimentos dos músculos da face emitem um sinal para o cérebro produzir endorfinas.

É claro, que esse sorrisinho fajuto vai liberar pouca endorfina.

Agora se você der uma baita GARGALHADA, aí sim, seu corpo vai agradecer e você vai se contagiar pela RISOTERAPIA.
Vamos experimente!

Deseje profundamente ser feliz, esse é o primeiro passo para a felicidade.

Preencha sua vida com coisas simples e leves.

Respire, mas preste atenção na sua respiração, pois é ela que comanda o ritmo da sua vida.

Cerque-se de pessoas alegres, promova momentos de alegria junto com seus familiares e amigos.

Ria de si mesmo e das adversidades.

Celebre diariamente a vida e a natureza.

Alimente-se de forma equilibrada e saudável.

Cuide do seu corpo, ele é o templo de sua alma.

Valorize-se e ame incondicionalmente a si próprio e as pessoas que te cercam.

Seja gentil sempre, gentileza gera gentileza.

Cultive diariamente a sua fé, acredite em algo Superior.

E depois disso tudo, simplesmente: SORRIA, SORRIA E SORRIA!!!

E se você não se contentou em dar umas risadinhas e quer se transformar em um Palhaço-Doutor, junte-se à nossa TRUPE:

Venha fazer parte do PRESENTE DE ALEGRIA, onde nosso lema é:

"Faça do seu Presente a Alegria de quem Precisa!"

E prepare-se, por quê:

“RIR É CONTAGIOSO.”(Dr. Patch Adams)

www.presentedealegria.org.br
Link de acesso:
Edição de Agosto de 2011, página 14.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sou uma Mãe-Palhaça, Matéria da Dra Chiclete no Jornal Em Sintonia, Julho de 2011.

Aqui vou mostrar minha " MELHOR FACE", a DRA. CHICLETE,

uma PALHAÇA-DOUTORA, que nasceu para espalhar AMOR e RISO!

O Palhaço tem a alma da CRIANÇA e o motivo da Dra Chiclete estar aqui é trazer para o Blog,

ALEGRIA, COMPAIXÃO, CARIDADE, LUZ e ainda mais AMOR!

Dra. Chiclete é uma Palhaça-Doutora, formada em Medicina do Riso,
com especialidade em Besteirologia
e PHD em Riso Frouxo.

A DRA. CHICLETE ESTREIA NESSE MÊS DE JULHO UMA COLUNA NO JORNAL EM SINTONIA



Sobre o Jornal:

O Jornal Em Sintonia é uma publicação mensal de 20.000 exemplares, da empresa Jornalística Mensaje e distribuído em 20 bairros da Zona Sul de São Paulo.

Confira aqui os bairros:(http://www.jornalemsintonia.com.br/area.htm).

Todos os meses postaremos aqui na Íntegra as matérias do Jornal.


Meu profundo agradecimento à Editora do Jornal, Déborah Copic, por esse convite.

Ela chegou até mim de forma inusitada, mas por SINTONIA e afinidade, me concedeu essa linda oportunidade de divulgar a grandeza do trabalho voluntário e a beleza da alma dos palhaços.

 Edição de Julho de 2.011, Jornal Em Sintonia.


Dra. Chiclete por Dra. Chiclete


Respeitáaaaaaaaaavel Públicooooooooooo é com muita honra e alegria que estreio essa coluna!


Eu, Dra. Chiclete, sou humanitária assim como esse Jornal e por estarmos Em Sintonia, recebi esse maravilhoso convite, ou melhor, um presente!


Irei falar aqui um pouco de vários assuntos: Voluntariado, Doação, Caridade, Amor, Alegria, Clowns, Risoterapia e, claro, muita Palhaçada.


Sou uma Palhaça-Doutora e para quem não me conhece vamos lá às apresentações:


Minha humana, Adriana Perazzelli, queria compartilhar um pouco de amor, solidariedade e alegria com aqueles que estão vivendo situações adversas.


Como ela sempre teve uma veia cômica, o universo conspirou para que ela encontrasse uma louca família de palhaços. Foi quando ela conheceu uma ONG com os mesmos propósitos e trabalho que buscava. Aí tudo começou...


Decidiu colocar a menor máscara do mundo, seu nariz vermelho e assim, nasceu a Dra. Chiclete, uma palhaça barulhenta, doce e grudenta, sim, isso mesmo...pois ela não desgruda de “suas crianças” como voluntária da ONG Presente de Alegria, que utiliza as técnicas desenvolvidas pelo Dr. Hunter Patch Adams, o criador de um método revolucionário de cuidar e humanizar os pacientes através da alegria e da amizade, e cujo grupo de voluntários realiza visitas em diversas instituições atendendo crianças, enfermos e idosos.


Visito um abrigo de crianças carentes com câncer e é lá que o melhor da “minha humana” e de mim própria se manifesta.


O palhaço pode tocar a fundo a alma de alguém, ele é desprovido de senso, de bloqueios, é puro e ingênuo, ele se aproxima da alma das crianças que vêem a vida com encantamento e diversão. Através do lúdico ele transforma dor em distração, resistência em toque, tristeza em felicidade, ele é o mago do amor.


A doação é a troca mais justa que existe, Sábio Jesus que nos ensinou: “Amar o próximo como a si mesmo.”


Não tem como alguém ser realmente feliz sem pensar no seu semelhante, fazemos parte da mesma história, da mesma família, do mesmo planeta e por isso o doar-se, cura a alma, cura o coração e cura o mundo.


Cada semente de amor plantada faz todo o Universo vibrar em outra freqüência e o verdadeiro milagre se faz, o amor transforma a dor.


Ahh... nem preciso dizer que eu, Dra. Chiclete, adoro rosa, rosa-chiclete, andar de mobilete, charrete, tenho uma tia que se chama Odete, pedi para o papai Noel um patinete, não resisto a um crepe suzette, mas o que eu mais gosto mesmo é de um confete!!!


Falando em Risoterapia, você já deu uma gargalhada hoje?
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Link da página no site, visualizar em:


Edição anteriores, Edição de Julho, Capa e Matéria na página 11: http://www.jornalemsintonia.jor.br/Main.php?MagID=3&MagNo=17











quarta-feira, 13 de julho de 2011

Entrevista Brilhante com Dr. Patch Hunter Adams.

Traremos uma série de Entrevistas Brilhantes e para estreiar:

Vamos conhecer um pouco do Dr. Hunter Patch Adams e ver como esse médico revolucionou o ambiente hospitalar, trazendo um pouco de alento para aqueles que tem dor, através uma projeto de humanização hospitalar com a terapia do Riso!!! Palmas para ele e que ele traga muitos risos aos corações dos que precisam!














Entrevista: Patch Adams

Doutor e Palhaço
O médico americano cuja vida virou filme, diz que o humor e a esperança são bons auxiliares no tratamento dos doentes.
Fonte: Rosana Zakabi/Revista Veja

Quem vê o médico americano Patch Adams com nariz de palhaço e cabelos coloridos pode achar que ele acabou de sair de um circo. É quase isso. Há três décadas, Adams transforma os quartos dos hospitais que visita em um verdadeiro picadeiro. Sua especialidade é animar pacientes com brincadeiras para reduzir o sofrimento deles. A vida de Adams foi retratada em 1998 no filme O Amor É Contagioso, com o ator Robin Williams no papel principal, e serviu de inspiração para o surgimento de vários grupos doutores da alegria, espalhados pelo mundo. O médico é autor de três livros, dois deles publicados no Brasil. Neles, Adams defende sentimentos como humor, compaixão, alegria e esperança no tratamento de pacientes e diz que o medo que os médicos têm de cometer erros destrói a relação médico-paciente. Aos 58 anos, Adams dirige o Instituto Gesundheit (Saúde, em alemão), nos Estados Unidos, que atende pacientes de graça. Também dá palestras e cursos em vários países. De Arlington, cidade onde mora com a mulher e dois filhos, Adams concedeu a seguinte entrevista a VEJA.


Veja – O filme O Amor É Contagioso mostra o senhor como um médico que se preocupa muito com os sentimentos dos pacientes. O senhor sempre foi assim?


Adams – Nem sempre. No fim da adolescência, não me preocupava com ninguém. Devido à morte de meu pai, ao suicídio de um tio muito querido e ao fim de um namoro, comecei a ficar obcecado pela idéia de morrer. Cheguei a tomar vinte aspirinas de uma só vez, tentei pular de um precipício. Até que um dia pedi a minha mãe que me internasse em um sanatório mental. Lá, conheci gente que estava tão pior que eu que fez minha dor parecer trivial. Eram pessoas que sempre viveram com raiva e desespero. Essa experiência me fez perceber quanto as emoções podem influenciar em nossa vida, seja de forma positiva ou negativa. A partir de então, comecei a dar mais importância aos sentimentos das pessoas.


Veja – Estudos mostram que emoções como o perdão, a alegria e a esperança podem acelerar o processo de cura. Mesmo assim, muitos médicos não se preocupam com isso. Por que eles são tão resistentes a essa idéia?


Adams – Os médicos tendem a esconder os sentimentos porque acham que ficarão vulneráveis se demonstrarem qualquer tipo de emoção. Antigamente existia o médico da família, que ia até a casa de seus pacientes, ouvia com atenção os problemas de cada um e conhecia cada integrante da família pelo nome. Hoje, o paciente é tratado como cliente de loja, que paga para obter o serviço. O amor passou a não ter espaço na área médica. Se o médico gasta tempo com amor, não tem retorno financeiro algum. Só ganha dinheiro se dá um remédio ao paciente ou faz alguma intervenção cirúrgica.


Veja – Em seu livro A Terapia do Amor, o senhor diz que os médicos, em sua maioria, se sentem como se fossem deuses.


Adams – Na verdade, é a sociedade que exige do médico que ele aja como se fosse um Deus. Espera-se que ele faça milagres e não erre nunca. Isso é impossível. Como todo ser humano, o médico pode errar. Essa idéia de que o médico tem de ser perfeito também prejudica a relação com o paciente. Faz com que este coloque toda a responsabilidade do que ocorre com ele nas mãos do médico. E isso é errado. O paciente é mais responsável pela própria recuperação do que o médico que o está tratando.


Veja – Como assim?


Adams – A maioria dos problemas de saúde ocorre por causa do estilo de vida inadequado do paciente, pelo sedentarismo e pela má alimentação. O médico geralmente só é procurado quando a doença já está em estágio avançado. O grande problema é acreditar que a medicina e a ciência têm a resposta para todos os nossos problemas. Não é verdade. Muitas vezes, a solução está em casa, nos pequenos hábitos do dia-a-dia.


Veja – Que conselhos o senhor daria para os médicos se tornarem melhores profissionais?


Adams – Medicina envolve relacionamento entre médico e paciente. Um bom médico é aquele que sabe cultivar essa relação por meio da troca de experiências, amizade, humor, confiança. Se existe desconfiança de um dos lados, essa relação vai por água abaixo. O grande problema da medicina é que os profissionais da saúde se sentem cobrados demais, acumulam várias funções e acham que não são devidamente recompensados por isso. A possibilidade de haver processos contra erros apavora os médicos, e a desconfiança destrói a relação médico-paciente.


Veja – Qual é o papel dos pacientes nessa relação médico-paciente?


Adams – O paciente precisa ter um sentimento amável e verdadeiro em relação a si mesmo. Não há nada pior que um comportamento autodestrutivo no processo de recuperação. É necessário ser um paciente paciente. A medicina não é como um sistema fast food, em que todas as necessidades são rapidamente resolvidas. Por isso, é importante escolher bem o médico, porque é preciso ter confiança nele. O médico demora muito para atender? Peça a ele que agende menos consultas. O paciente tem esse direito.


Veja – Qual é a importância da fé na cura de um paciente?


Adams – Em muitos casos, é mais importante que qualquer pílula ou intervenção cirúrgica. O paciente com fé tem uma capacidade maior de entrega, o que lhe traz conforto em todas as situações. Isso também vale para os familiares de doentes terminais. Quando comecei a trabalhar como plantonista em hospitais, descobri que as famílias que seguiam alguma religião se sentiam mais calmas quando rezavam do que quando tomavam algum tranqüilizante. A partir daí, procurei sempre descobrir se os familiares do paciente seguiam alguma religião. Em muitos casos, até rezava com eles.


Veja – Em sua opinião, é necessário seguir alguma religião para ter fé?


Adams – De forma alguma. Eu, por exemplo, tenho fé, mas não sigo nenhuma religião. A religião é uma instituição, e a espiritualidade é amor e ação. Eu acredito mais na espiritualidade.


Veja – O senhor acredita em Deus?


Adams – Não. Eu acredito na serventia do amor para todas as pessoas.


Veja – Em seus livros, o senhor diz que as pessoas não deveriam ter medo da morte. Pelo contrário, poderiam fazer dela uma diversão. Mas lidar com a morte quase nunca é fácil. Como é possível lidar com a morte com menos sofrimento?


Adams – Na vida, temos de fazer escolhas. Se não há como mudar o rumo dos acontecimentos, podemos optar por vivenciar cada momento de uma forma alegre, agradecendo por tudo de bom que tivemos durante a vida, por nossa família e nossos amigos. Ou, então, achar que a vida não valeu nada, ver só o lado negativo das coisas, esquecer tudo de bom que nos aconteceu até hoje e morrer de forma miserável. Morrer é uma das poucas coisas que ocorrem com todo mundo, mas quase ninguém suporta pensar nisso. O que estou sugerindo é que a morte não precisa ser exatamente uma experiência horrenda.


Veja – Não é difícil fazer palhaçadas para um paciente que vai morrer no dia seguinte?


Adams – Não, porque é o próprio paciente que opta por isso. Eu sempre pergunto: "O que você quer? Você quer ser miserável ou você gostaria de se divertir e ter momentos de alegria?" Se ele quer se sentir miserável no leito de morte, que seja miserável. Se ele não quer ser miserável, nós podemos brincar e rir com ele. É gratificante poder fazer algo de positivo para os pacientes, mesmo os terminais.


Veja – Nos hospitais, é mais fácil fazer brincadeiras com crianças que com adultos?


Adams – Isso varia muito de um paciente para outro, mas em geral as crianças são mais fáceis de lidar, porque, diferentemente dos adultos, elas não param para pensar e refletir sobre o que fazemos. Apenas vivenciam a experiência.


Veja – As escolas de medicina reconhecem hoje a eficiência de sua forma de tratar os pacientes?


Adams – Eu acho que a maioria não dá importância a isso. Grande parte dos médicos, infelizmente, ainda está mais preocupada em garantir seu salário no fim do mês. Eles não gostam da roupa que usam, não gostam de seus pacientes.


Veja – Suas idéias, que não eram aceitas no passado, são divulgadas hoje na maioria dos livros de auto-ajuda. O senhor considera isso uma vitória?


Adams – A verdade é que não criei nada disso. Tudo o que digo já era falado ao longo dos séculos. Palavras de solidariedade, de conforto, conselhos a quem se ama sempre foram passados de mãe para filho, de avó para neto desde que o mundo é mundo. O fato é que as pessoas só começaram a se interessar mais por isso recentemente.


Veja – O senhor costuma dizer que é mais palhaço do que médico. Por quê?


Adams – Porque, como médico, só posso tratar os pacientes quando eles têm algum problema de saúde. Já como palhaço posso alegrar as pessoas em qualquer lugar e a qualquer hora, independentemente de estarem elas doentes ou não. Além disso, ser palhaço é mais divertido.


Veja – O que o senhor achou do filme sobre sua vida?


Adams – Eu gostei do filme, mas achei que poderia ter tido mais emoção, ter sido menos morno.


Veja – Por quê?


Adams – Bem, porque o diretor não teve muita imaginação...


Veja – E da atuação de Robin Williams, o senhor gostou?


Adams – Sim, ele é uma excelente pessoa e um ótimo ator. Ele fez um trabalho fabuloso, todos os meus amigos acharam que ele conseguiu passar a minha essência de forma correta.


Veja – Há semelhanças entre o senhor e Robin Williams?


Adams – Nós somos parecidos em muitas coisas. Ele é muito generoso, tem compaixão pelas pessoas e é muito divertido. Mas também temos algumas diferenças de personalidade.


Veja – Que diferenças?


Adams – Ele é muito mais tímido que eu.


Veja – O filme mudou sua vida?


Adams – Mudou minha vida para sempre. O que não consegui arrecadar em três décadas para a construção do hospital do Instituto Gesundheit obtive em seis semanas. Mas continuei e continuo sendo a mesma pessoa de antes.


Veja – Então, o filme foi positivo para o senhor.


Adams – Ah, sim, sem dúvida. O filme rodou o mundo e fez com que as pessoas conhecessem meu trabalho. Em vários lugares, mesmo os que eu já havia visitado antes, as coisas se tornaram mais fáceis. Consigo falar com as pessoas mais rápido, elas sempre atendem aos meus telefonemas.


Veja – O senhor conhece os Doutores da Alegria do Brasil?


Adams – Sim, encontrei alguns palhaços que fazem um trabalho semelhante ao meu quando estive no Brasil, há alguns anos.


Veja – E o senhor gostou do trabalho deles?


Adams – Sim, muito. São bons colegas de profissão.


Veja – Seu nome verdadeiro é Hunter. Como surgiu o Patch?


Adams – Hunter é meu nome legal. Nem me lembro mais de como surgiu o Patch, foi há quarenta anos, já faz parte de mim. Como surgiu não tem mais importância.


Veja – Há algum sonho que o senhor ainda não realizou e gostaria que se concretizasse?


Adams – A paz mundial. Não haver mais crianças de rua. Ver as pessoas se ajudando mutualmente, todas as famílias se auto-sustentando. Tudo isso são sonhos. Pode parecer utópico, mas acredito que seja possível. É por isso que faço o que faço. Eu trabalho o tempo todo para concretizar meus sonhos. É por essa razão que estou concedendo esta entrevista. Se eu não acreditasse, não faria nada disso.

http://www.patchadams.org.br/

terça-feira, 17 de maio de 2011

Mamãe Lia Rossi, Cientista e Palhaça.

A mamãe Lia, é cientista e como eu, voluntária de uma ONG de Palhaços Doutores.
Sobre as profissões das mamães que a escola questionou, olhem a conversa dela com sua pequena, Rafaella, 07 aninhos:

"Lia: Rafa, você falou para seus amiguinhos que eu sou cientista?


Rafa responde: Não mamãe... Falei que você é palhaça... É bem mais legal!"

Rafa concordo com você, a sua mamãe Dra Lia, é uma brilhante cientista, mas a Dra Muleka é ainda mais incrível!
Nossos filhos se orgulharem da caridade que fazemos não tem preço e isto me faz acreditar que podemos sim mudar um pouquinho do mundo e deixar esse exemplo para as nossas crianças!
Parabéns Dra Muleka pelo amor que você distribui por onde passa, sou tua fã, Adri.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Uma verdadeira palhaça, Bella.

Eu cheguei da Oficina de Palhaços que participei e deixei minha mochila na sala...
Minha filha Isabella, 04 aninhos, não se conteve e abriu a bolsa de maquiagem:














"Quando eu a vi, quase tive um treco de tanto rir e perguntei: Fiiiiilha porque você passou tanta maquiagem, vai arder seus olhos...
Bella: Porque senão vão saber que sou eu e não a Palhaça..."