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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Uma escola que ensina amor e literatura.

 
 
Cada vivência como contadora de histórias aprendo mais com as crianças!
 
 
 
 
Esse mês fui no Colégio InterArte,
uma escola de educação infantil e ensino fundamental na zona sul de São Paulo,
onde os verdadeiros valores morais e de cidadania são partes integrantes do projeto pedagógico.
 
As crianças desde o maternal são incentivadas de todas as formas para a literatura, arte, música e outras atividades que transformam a educação em algo prazeroso como deve ser na  infância.
 
Observei que o diferencial da escola está no carinho que os funcionários dispensam para os alunos, por isso a história do livro com os alunos de lá foi um casamento perfeito!
 
 
Um pouco desse dia: Contação do livro As Crianças das Estrelas
e bate-papo com a autora sobre literatura.
 
Quando começo a contar a da história eu adoro fazer um suspense sobre a Galáxia Crystal onde vivem as crianças das estrelas, como sendo um lugar muito muito, mas muito distante e que lá só existem pessoas que possuem amor no coração.
 
Eis que vejo um dedinho "de uns três aninhos" levantando e ouço:
 
- Ah, eu também vim de lá!
 
É isso mesmo observo que as crianças são ávidas por aprender com os adultos os mais nobres sentimentos, códigos de condutas, valores e quando algo não sai bem, tenho a sensação de não ter sido um bom exemplo, logo falhei na educação.
 
É exatamente assim que se educa: SENDO!
 
Sendo honesta, sendo paciente, sendo generosa, sendo boa ouvinte, sendo presente, sendo firme
 
e principalmente sendo amorosa (aqui o gerúndio me caiu muito bem).
 
 
Eu fui na escola passar uma tarde de muita literatura e saí de lá com o coração renovado do amor mais puro que existe, das crianças do Colégio InterArte que são iguaizinhas as crianças das estrelas.
 
As crianças de lá aprendem desde muito cedo tudo sobre arte, cultura, literatura, música e muito amor.
 
Denise Santilli e Equipe,
meu muito obrigada pela recepção, pelo carinho e linda homenagem das crianças.
 
 
 
 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Coisa de menino ou coisa de menina? Por Rosely Sayão - Folha de SP.

 
Excelente texto da Educadora Rosely Sayão, sobre  rotular nossos meninao e meninas nas brincadeiras, embalagens, roupas, etc. ligadas aos gêneros.
 
No mundo de hoje cabe isso? Recomendo a leitura do texto!
 
Coisa de menino ou coisa de menina?

Texto de 28/05/13 Folha de São Paulo, Colunista Rosely Sayão
 
Acompanho com regularidade blogs escritos por mães a respeito da maternidade, do relacionamento com os filhos e das dificuldades que encontram na educação deles.
 
Fico impressionada ao constatar como há gente que reflete, que pensa a educação, que aprende com os erros cometidos e está sempre disposta a compartilhar tudo com outras mães e outros pais.
Além disso, é uma delícia ler textos bem escritos, bem-humorados e criativos.
 
Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade".
 
Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante.
 
A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina.
Não foi --e ainda não é-- sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
 
Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
 
Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo.
Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos.
 
E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
 
Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing.
 
A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?
 
rosely sayão
Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação, fala sobre as principais dificuldades vividas pela família e pela escola no ato de educar e dialoga sobre o dia-a-dia dessa relação. Escreve às terças na versão impressa de "Equilíbrio".
 
 
 
 
 
Créditos da Foto: Blog Salto Alto e Mamadeiras

terça-feira, 16 de abril de 2013

Crianças desenhando um mundo melhor no Encanto Natural.

Passamos uma manhã deliciosa no Encanto Natural, um lugar que valoriza a natureza, comidas saudáveis, bons livros, hospitalidade e tudo isso em um lugar lindo e acolhedor.
 
 
Quem quiser conhecer recomendamos muito:
 
História do Encanto Natural
"Nossa história é recente e iniciou do sonho de podermos contribuir com um desenvolvimento humano mais saudável.
Nosso primeiro desafio foi conseguir transformar um lugar comum em um espaço diferenciado, onde a mudança fosse notada nos seus detalhes.
 Foi realiada uma reforma que mudasse as características do imóvel, começando pela preservação da vegetação existente e pela vinda de duas árvores frutíferas, duas palmeiras, de plantas ornamentais e pelo cultivo de uma horta orgânica. O chão de cimento foi substituído por piso intertravado permeável garantindo a absorção da água pela terra. Foi feito reaproveitamento de materiais de construção e utilização de madeira de demolição para a confecção dos armários, mesas e cadeiras. Foi considerada a utilização de ventilação natural nas portas e paredes para minimizar a utilização de ar condicionado. E, foi implantado sistema de água de reuso para jardinagem e limpeza externa. Todos os cuidados foram tomados para que o impacto no meio-ambiente fosse o menor possível.
Nosso espaço foi aberto ao público em 09 de outubro de 2011 e foi criado para proporcionar bem-estar.
Com um ambiente agradável para tomar um café, saborear uma boa comida, que privilegie o natural e o orgânico, enquanto os seus filhos se divertem, brincando. E, ainda, encontrar produtos diferenciados para gastronomia, cultura e lazer.
 
Um espaço verde e tranquilo, no coração da Chácara Santo Antonio ( São Paulo-SP), que resgata valores esquecidos no mundo atual.

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Contei a história do livro As Crianças das Estrelas e propus às crianças fazerem desenhos com o material de artes sobre como eles podem ajudar a transformar o Planeta Terra em um lugar melhor.
 
Foi divertido e mágico ver como eles desde tão pequenos já se preocupam com nossa "casa"
 
 


 

 
Agradecimentos especiais à Editora Hércules e Equipe do Encanto Natural por esse dia!
 
Até a próxima.
beijos, Adriana

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Hiperatividade na infância - TDAH, por Lóla Sarmento.

 

Assunto bastante delicado e polêmico.
Agradeço antes de mais nada a oportunidade de poder falar sobre o tema, o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, TDAH.


Algumas crianças tem um comportamento difícil de lidar, não param, estão sempre excitadas, são difíceis de controlar, como se estivessem eternamente em ebulição. São comportamentos pouco produtivos e foram considerados como disruptivos.



Por definição:
“O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma complexa desordem comportamental que leva a criança a graus variáveis de comprometimento na vida social, emocional, escolar e familiar. É marcado por distúrbios motores, perceptivos, cognitivos e comportamentais que geram dificuldades globais no desenvolvimento infantil.”.



Os sintomas do TDAH: (de acordo com o DSM-IV)


Desatenção:


- deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras.


- tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas.


- parece não escutar quando lhe dirigem a palavra.


- não segue instruções.


- não termina seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres profissionais.


- dificuldade para organizar tarefas e atividades


- evita, antipatiza ou reluta a envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas escolares ou deveres de casa)


-com frequência perde coisas necessárias para tarefas ou atividades (por exemplo, brinquedos, tarefas escolares, lápis, livros ou outros materiais)


- é facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa


- apresenta esquecimento em atividades diárias



Hiperatividade:


- agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira


- abandona sua cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado


-corre ou escala em demasia, em situações nas quais isto é inapropriado (em adolescentes e adultos, pode estar limitado a sensações subjetivas de inquietação)


- tem dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividades de lazer


-está frequentemente "a mil" ou muitas vezes age como se estivesse "a todo vapor"


- fala em demasia Impulsividade:


- dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completadas


- tem dificuldade para aguardar sua vez


- interrompe ou se mete em assuntos de outros (por exemplo, intromete-se em conversas ou brincadeiras)


Para que seja considerado TDAH vários desses sintomas tem de ocorrer ao mesmo tempo por um período de mais de seis meses. E precisam estar interferindo nas diversas áreas de vida do indivíduo.




Esses sintomas descritos, não necessariamente são, a meu ver, exclusivos do quadro de TDAH.


Olho isso e tenho saudades do que aprendi na faculdade: que quando a criança apresenta problemas na escola, em geral, a grosso modo, é sinal de problemas emocionais à vista.


Isso não quer dizer que não concordo com o diagnóstico de TDAH tal qual o descrito acima. Apenas que tenho minhas ressalvas.


Confesso que tenho acompanhado esse tema tanto como profissional como pessoalmente com muita preocupação.


Vejo como analista, cada vez mais crianças diagnosticadas como TDAH sem o serem, e medicadas para um mal do qual não sofrem. É com bastante pesar que tenho acompanhado esse fato e as notícias que saem como alerta onde se fala até sobre alunos que tomam remédios para TDAH para ficarem mais inteligentes.


Às vezes recebo pais que trazem histórias de crianças que são cheias de vida e que estão com o fardo do diagnóstico de TDAH.


Vejo que o assunto é GRAVE!
E deve ser levado a sério pelos profissionais da saúde, assim como pelas escolas, e os pais precisam ser alertados.


Laboratórios e seguros de saúde parecem até aqui serem os únicos beneficiados com tudo isso. E diria que algumas técnicas modernas da psicologia que tratam do paciente de maneira segmentada também. Aliás, a Sra. Elizabeth Rudinesco, grande psicanalista, já deu esse mesmo alerta antes de mim.


Sim! Eu fico mesmo muito preocupada com tudo isso.



Porque de verdade quem sai perdendo é o paciente e a família. Já vi casos de depressão diagnosticados erradamente, assim como dislexia, e outros problemas que deixaram de ser tratados por mais de ano confundidos com TDAH.



É importante para os pais ter em mente, que vários problemas emocionais vão obrigatoriamente ter como SINTOMA a falta ou a dificuldade de atenção e alguns a excitabilidade ou hiperatividade.



Assim uma criança angustiada pelo nascimento do irmãozinho, pode ficar mais excitada, ou mais entristecida e manifestar a atenção prejudicada, não por nenhum transtorno, mas por angustia. Assim como aquela cujos pais acabaram de se separar também. Outra que por alguma razão puramente emocional não quer crescer, não precisa tomar ritalina, mas precisa resolver o que a retém nessa fase da vida. Crianças ansiosas e com famílias ansiosas terão dificuldades em prestar atenção na aula. E darão trabalho a seus professores.


Esse é outro problema do momento: padronizar o comportamento da criança. Aquelas que dão mais trabalho padecem pela falta de preparo de professores para lidar com elas, e o remédio atua para padronizar o seu comportamento.


Teste para verificar TDAH não tem muitas vezes como identificar isso, e profissionais acostumados a ver o ser humano segmentado também não.


Alguns pais ficam muito aliviados ao descobrir o nome da doença de seu filho, e que tem um remedinho que podem dar e acalmá-lo.



- Falar em angústia ou ansiedade virou algo corriqueiro e parece que não é um problema que consigam alcançar. Não conseguem avaliar o que é uma criança angustiada e o sofrimento que isso acarreta. Esquecem muitas vezes de olhar para si mesmo quando estão com suas angustias ou ansiedades, o quanto ficam comprometidos na sua atenção, e nem por isso padecem de nenhum transtorno.




E também não imaginam as consequências que esse medicamento mal administrado pode acarretar. Pode ser um caminho para as drogas, pois ele é um estimulante, uma anfetamina, e vicia. Sim há adolescentes tomando ritalina associada a álcool e outras drogas com outras finalidades, como excitantes, e inclusive para emagrecer. Há relatos de sofrimento para desmamar o medicamento. Enfim é preciso muito cuidado. Há uma febre em diagnosticar TDAH. Assim como já houve outras, em outras épocas.
Gostaria de deixar aqui o meu ALERTA mais uma vez.




Um abraço a todos e gratos pela atenção.
Até a próxima!
Lóla Sarmento


Psicóloga, psicanalista, formada pela Sociedade Brasileira De Psicanalise Winnicottiana(tem uma página no FB Sociedade Winnicott), com algumas cadeiras pelo Sedes Sapientae, há 30anos em atendimento em consultório particular em atendimento a gestantes, mães com seus bebês, crianças, adultos e orientação de pais. Trabalhei em clinicas de drogados e idosos. Trabalhos e palestras sobre depressão, a vida afetivo-emocional do bebê, o Amor Maduro.


Para saber mais sobre a Lóla Sarmento:
www.facebook.com/groups/pscodivalolasarmento/




Obrigada Lóla pelo excelente texto que sem dúvida irá ajudar pais e educadores!



Créditos da Foto

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Lançamento do Livro AS CRIANÇAS DAS ESTRELAS, Editora Hércules.

É com muita alegria que convido vocês para: 

Coquetel de Lançamento
Com tarde de autógrafos e Contação de Histórias
com Paula Knoll

Sábado - 24/11 às 15H

Livraria da Vila - Shopping Cidade Jardim





As Crianças das Estrelas
Autora Adriana Perazelli
Ilustradora Cinthia Dynamite
Preço 27,80

Sinopse


As Crianças das Estrelas viviam em uma Galáxia distante. Mira, a Menina das Estrelas, decidiu fazer uma viagem intergaláctica e convidou seus amiguinhos que partiram sem bagagem só levando o que eles tinham em seu coração.


Avistaram o nosso planeta Terra, decidiram descer e ficaram maravilhados com sua beleza e preocupados com a situação de destruição da natureza.


Em uma grande aventura junto com as crianças da Terra começaram a incrível missão de transformar o planeta em um lugar melhor e mais cheio de amor!


Trata-se de uma obra literária voltada para o público infantil.

Aborda aspectos ecológicos, tais como preservação do meio ambiente, estimula a reciclagem, o cuidado com animais. Faz a criança a observar e valorizar nosso planeta Terra e convida a criança para uma transformação para cada vez mais o ambiente que vivemos fique melhor.

De forma poética também estimula valores como respeito ao próximo, cuidado com o idoso, promove a amizade e a compaixão.

Traga seu filho para fazer parte dessa grande aventura!

Até dia 24/11/12,

Adriana





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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

É da nossa conta! Trabalho Infantil e Adolescente.


aderi a Campanha Colaborativa, porque acredito que o bem se faz com muitas mãos!

É da nossa conta! Trabalho Infantil e Adolescente
lançada pela Fundação Telefonica, 
pela UNICEF e pela OIT 
(Organização Internacional do Trabalho)



Qual é a melhor época da sua vida?

A minha também é a INFÂNCIA!

Não há nada melhor do que ser CRIANÇA.

Vou questionar aqui - O que está acontencendo com nossas crianças,
onde foi parar a infância delas?

Com um relato que ao escvever me emocionou muito sobre a infância do meu amado pai, Antonio.

Não tem como não lembrarmos que a infância está sendo roubada há tempos,

pois basta parar em um farol que já vemos um menino ou menina "trabalhando"...

Assistimos novelas e lá estão elas "trabalhando"...

Assistimos os jornais e vemos crianças por todo lado "trabalhando"...

Meu pai trabalhou na lavoura de cana-de-açúcar, na olaria fazendo tijolos
e tudo o que mais precisasse, para ajudar na grande família de 08 filhos.

Ele cresceu se tornou um grande homem, bondoso ao extremo, super protetor com os filhos e com quase todo o resto do mundo.

É meu exemplo de garra, luta e coragem de sempre começar de novo e de novo.

Mas, eu vejo o menino dentro dos seus olhos que teve a infância roubada.

Ele não pode ver uma criança triste, ou necessitada que sente muito. É daquelas almas super generosas.
E por isso tive a sorte de aprender com ele a ajudar o próximo e se for criança então....

Ele é do tipo que adora doce, festa de criança,  senta no chão e cai na brincadeira com a criançada!

A parte boa: ELE NÃO DEIXOU MORRER SUA LINDA CRIANÇA INTERIOR!

A parte ruim:
Os tempos mudaram mas essa realidade NÃO MUDOU!

Eu hoje participo desta campanha porque acredito em milagres, em união e em um futuro melhor para todas as crianças.

E digo bem alto:

É DA NOSSA CONTA SIM! Trabalho Infantil e Adolescente!

Contem com meu apoio!

Adriana






quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Filhos melhores para o mundo - um texto sobre Bullying.


Texto publicado no Jornal Em Sintonia

Filhos melhores para o mundo.
Por Dra. Chiclete

Numa manhã ensolarada estávamos organizando as palhaçadas e brincadeiras quando uma menina não se animou em brincar de "passa anel" com as outras meninas. Detalhe - ela não tem os dedos das duas mãos...

Logo uma criança menor não hesitou em falar: - Ela não pode brincar!

Agora sim, havia muita tristeza nos olhos da menina. Tristeza por ser diferente, pela limitação física e por tudo mais.

Bem, como palhaço e tristeza definitivamente não combinam. Nós palhaços nessas horas temos que ser mágicos e malabaristas para driblarmos momentos como este.

Formamos uma animada roda de crianças e palhaços e começamos a brincadeira de “telefone sem fio”.

Ufa, todos agora estavam brincando e gargalhando com as frases inusitadas da minha trupe.

E sabe aquela menina triste? Foi ela quem foi convidada a começar a brincadeira. Sentiu-se tão importante, capaz e seu olhar triste foi substituído por um brilho e ainda exibia o tão almejado sorriso nos lábios!

E a tal palavra difícil bullying anda por aí tumultuando as escolas, lares e corações de pais e crianças aflitas.

O significado é conhecido, pois o termo é novo, mas o ato é pra lá de velho.

O que precisa ser reformulado também é com lidar com ele. Porque agora tudo é bullying, qualquer desavença, briguinha infantil vira um alvoroço.

Não vou falar do dano desastroso que o verdadeiro bullying causa à vítima, mas vamos falar de como evitá-lo em primeiro lugar.

A educação começa desde os primeiros meses de vida, por isso não tenha pena de ensinar desde bebê que mordida dói, depois que não se ofende, não se machuca ninguém. Mas, fundamental é reforçar que todos nós somos diferentes, isso não nos faz menores ou piores, mas sim ÚNICOS E MARAVILHOSOS!

Se ainda assim a criança ultrapassar o limite do aceitável (conflitos usuais fazem parte do crescimento) e praticar o Bullying contra alguém vale aplicar a melhor correção de todas – Fazer o ofensor se colocar no lugar da vítima e ainda prestar algum serviço comunitário, seja na escola, ou onde ficar mais claro o exemplo de reconstrução. E que isso tenha uma mensagem clara relacionada com o ocorrido para contribuir na formação do caráter desse “pequeno” agressor.

Cabe também aos pais não exagerarem ao atribuir a qualquer desavença a palavra Bullying, pois não poderemos impedir que nossos filhos possam crescer e amadurecer com as próprias experiências da vida.

Antes de desejarmos um mundo melhor para os nossos filhos, vamos cuidar para deixarmos filhos melhores para o nosso mundo!

Adriana Perazelli






Créditos da Foto

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O Pinóquio é lenda e Conto sobre a mentira, Pedro e o Lobo.


"Minha filha Isabella, 05 anos, mentiu para mim e eu brava falei:

Você sabe que eu não gosto de mentiras, desse jeito você vai ficar igual ao Pinóquio!

Isabella: - Ah mãe isso é lenda!
Se fosse verdade muitos adultos iam ter o nariz grande..."


Como a lenda do Pinóquio não ajudou lá em casa, segue o conto
Pedro e o Lobo,  para ajudar com as mentirinhas das crianças:

O Pedro era um pastor.
O seu trabalho era tomar conta das ovelhas enquanto pastavam. Mas por vezes ficava aborrecido por estar sozinho, sem ninguém com quem brincar e falar.


Um dia resolveu fazer uma brincadeira para se divertir. Desatou a gritar:

- Lobo, lobo, socorro, está aqui um lobo!

Os fazendeiros que ouviram a gritaria desataram a correr para ajudar o Pedro a afugentar o lobo, mas quando chegaram lá não havia lobo nenhum.

O Pedro fartou-se de rir mas os fazendeiros não acharam piada nenhuma à brincadeira e foram-se embora.

No outro dia o Pedro resolveu fazer o mesmo. Desatou a gritar:

- Lobo, lobo, socorro, está aqui um lobo!

Os fazendeiros correram para ajudar o Pedro, mas não havia lobo nenhum. O Pedro desatou a rir mas os fazendeiros ficaram zangados e disseram: - Este miúdo pensa que não temos mais nada que fazer! e foram-se embora.

Passados uns dias os fazendeiros ouviram o Pedro a gritar:

- Lobo, lobo, socorro, está aqui um lobo!

E disseram uns aos outros:

- Não nos vamos deixar enganar. Hoje ficamos aqui.

O Pedro continuou a gritar porque desta vez era mesmo um lobo que lhe estava a matar as ovelhas.

- Porque é que ninguém me ajudou? - perguntou o Pedro a chorar. Agora fiquei sem ovelhas.

Não te ajudamos porque pensávamos que era mais uma brincadeira - responderam os fazendeiros.

Moral da história: Nunca se deve enganar os outros.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Crônicas de uma Mãe-Coruja, A minha filha é Linda!


Qual Mãe-Coruja não acha seu filho o mais lindo do universo?

Sim, todas. Inclusive euzinha.

Lá em casa a pauta ultimamente tem sido sobre beleza e autoestima.

Minha filha com 05 anos está na fase de construir sua autoimagem e pelo visto é inevitável as comparações físicas com as amiguinhas e também comigo.

Eu tenho pouco cabelo, liso e loiro ( por conta de muita oxigenada) e minha filha tem muito cabelo, crespo e castanho.
Há tempos ouço ela dizer que queria ter o cabelo como o meu, que queria ter franja como tal amiga, cabelo liso como uma outra.

E assim começa a preocupação de mãe com a autoestima da cria.
Na verdade não adianta dizer:
- Filha, você é linda! 
Ela me responde: 
- Quero ser de outro jeito, ué!

A melhor maneira de conduzir essa questão é sempre valorizar as qualidades individuais da criança.
Eu comecei dizendo à ela o que meu coração de mãe achou certo - Deus nos fez perfeitos, cada um do seu jeitinho.
Ela contestou o dogma e me disse:
- Eu que queria ter escolhido como ia nascer...

Então nos vêm essa verdadeira missão de ,desde muito cedo, ajudar a criança a construir sua autoimagem e bem positiva.

Peguei algumas fotografias minhas de criança, mostrei que meu cabelo era escuro, que eu sempre fui baixinha e que amava ser do jeitinho que nasci (mentirinha, eu sei...).

E que apesar de gostar muito da minha aparência nós também podemos mudar o que quisermos, eu quis mudar a cor do cabelo e quando fiquei adulta tratei de virar loira.

Ela automaticamente soltou:
- Então poderei ficar loira e fazer chapinha?

Sim poderá, mas melhor que mudar e gostar do que vê no espelho.

Para completar; a maior beleza que existe nas pessoas é que todas elas foram feitas diferentes uma das outras, não existe uma só pessoa idêntica a outra
e isso as torna unicamente lindas!

E você é única, a única Isabella moreninha, cheia de cachinhos, alta, doce, inteligente
e linda, linda, linda!

- Obrigada mamãe,
que bom que Deus te fez tão linda, você é mãe mais linda que conheço!

Pausa - a mãe desmaiou...

Olha, quem diria que ser Mãe ia me sair mais barato que décadas de terapia pra aumentar minha autoestima.

E para completar ontem fizemos um desenho como um autorretrato dela para a escola.
O resultado foi que caprichamos, no cabelo, na roupa, muito brilho e advinhem:
Tá vendo filha, como você é Linda!




quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Crônicas de uma Mãe-Coruja, NÃO é NÃO!

 
"Crônicas de uma Mãe-Coruja, Não é Não!
 
Eis que acho um bilhetinho no quarto da minha filha escrito:
 
NÃO É NÃO
SIM É SIM
 
Como Mãe-Coruja que sou comecei a rir na hora. E logo me veio a reflexão
sobre o motivo que a levou escrever o bilhete.
 
Ela está exteriorizando que para ela não existe só o não é não,
mas provavelmente quando digo não, ela quer me responder:

- SIM É SIM!
 
A famosa questão em dizer não aos filhos, acho que já é pacífico em levantar a bandeira:
 - Quem ama educa e dizer NÃO é uma prova desse amor.
E ainda, acrescentar ao não uma longa e detalhada explicação,
pois do contrário entra por um ouvido e sai pelo outro.
 
Na prática sabemos que se não explicarmos os motivos da negação a criança simplesmente ignorma o aprendizado.
 
Tem também a famosa neurolinguística que ensina a usarmos frases positivas no lugar das negativas e que o cérebro simplesmente não processa o não em uma frase.
 
Bem, concordo com tudo isso!
 Mas, ultimante tenho feito diferente em casa.
 
Tenho falado o NÃO em alto ( ás vezes baixo) e bom som e algumas vezes o
NÃO é NÃO!
 
A vida vai dizer aos nossos filhos milhares de nãos, muitas negativas aos vossos desejos, frustações, decepções sempre ilustrados com um NÃO maísculo e em letras garrafais.
 
Que tal deixarmos as crianças provarem logo desse NÃO é NÃO no conforto da infância e do lar.
 
A vida lá fora não irá se importar com nossas crianças já crescidas e muito menos em dar explicações,
 
NÃO é?"
 
Adriana P.

Créditos da Foto

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Dia Mundial da Infância.


"Na infância,

Guardamos nossos maiores sonhos, nossas melhores lembranças
e a eterna criança em nosso coração"
Adriana P.

Cuidemos para que nossas crianças possam:
 BRINCAR, BRINCAR E BRINCAR!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Crônicas de uma Mãe-Coruja - Quem roubou minha bebê?

Hoje inauguramos uma nova sessão de crônicas no Blog,

Crônicas de uma Mãe-Coruja



"Quem roubou  minha bebê?

Que mãe não quer que seu bebê nunca cresça?

Claro, que isso é o desejo de controlar o incontrolável, mas não falo aqui de não querer aceitar a vida como ela é, mas de ficar saudosa de todos os momentos que a maternidade traz.
(quem é mãe entende o que estou falando).

Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe.
E quando nosso bebê cresce, temos que crescer também - como mães.

Mesmo sentindo falta daqueles pezinhos gordinhos, daquele sorriso banguelo as conquistas e transformações dos filhos são sempre encantadoras para a categoria de mães-corujas!

Minha filha me disse: Mamãe meu dente está mole!

Eu pensei (com meus botões): Quem roubou minha bebê?

Então, disse quase chorando:
Filha que lindo, você está ficando grande, já está com o dentinho mole...

Ela com ar de adulto: Mãe, é só um dente....

Na hora não percebi o que ela realmente quis dizer e me senti uma retardada.

A noite quando rezamos e conversamos ela me falou:
Mamãe eu gosto de ser sua pequena.

Então, entendi que ela também ficou confusa, pois as mudanças são assim - chegam sem avisar.

E temos que aceitá-las para melhor vivê-las.

Eu abracei minha bebê quase moça e lhe falei:

Os filhos nunca crescem para os pais. Não se preocupe, apenas fique muito feliz, porque você está cada dia mais bonita e aprendendo coisas novas na vida.

Ela que sonhava em perder o dente, já parou de pensar na vida (afinal, é criança) e ficamos falando da famosa fada do dente!

Durante a semana ela fez carta para a fada do dente ( mesmo me dizendo que achava que a fada do dente era como o papai noel, eram os pais que compravam os presentes) e deixamos uma caixinha para ela colocar o dente.

Foi incrível ver a alegria dela quando finalmente eu arranquei seu minúsculo dentinho!

Fico admirada com sua tamanha autoestima, porque quando meu primeiro dente caiu imediatamente parei de sorrir, morria de vergonha e me achava feiosa!

E assim eu e ela começaremos uma nova etapa, minha menininha de 05 anos sorri 24 horas por dia, porque acha sua "janelinha" a parte mais linda do seu corpo!

Continuo olhando pra ela com um misto de realização e saudade e tenho certeza que esses sentimentos nunca cessarão.

Qual mãe que não vê sempre seu filho como se pequeno fosse e que se encanta com cada conquista e cada novo passo?

e
Qual mãe não é uma MÃE-CORUJA?"

AP







terça-feira, 24 de julho de 2012

Einstein teve tempo de brincar e seus filhos?


Em uma das minhas leituras diárias na web sobre educação me deparei com uma
preciosa indicação de livro da Rosely Sayão e quero compartilhar com vocês!


Einstein teve tempo de brincar

Como nossos filhos realmente aprendem
e porque eles precisam brincar.


Autores: Diane Eyer, Ph.D, Kathy Hirsh-Pasek, Ph.D, Roberta Golinkoff, Ph.D





Sinopse

Em Einstein teve tempo para brincar – como nossos filhos realmente aprendem e por que eles precisam brincar, as psicólogas Kathy Hirsh-Pasek e Diane Eyer e a pedagoga Roberta Golinkoff demonstram, em linguagem simples, que o desenvolvimento das habilidades intelectuais mais importantes depende, sobretudo, do tempo que as crianças dedicam a brincar e que, ao contrário do que muitos crêem, o excesso de atividades dirigidas para o aprendizado de conteúdos pode atrapalhar, e muito. O livro ensina como estimular as brincadeiras para torná-las mais produtivas e retrata o processo de aprendizagem em cada área-chave do desenvolvimento infantil, abordando inclusive os aspectos fisiológicos envolvidos.
Fruto de longas pesquisas realizadas por especialistas, é uma obra essencial para se compreender o processo de aprendizagem da criança.



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Nos remete a reflexão de quanto nossas crianças estão brincando, pois quantas delas não tem uma agenda tão cheia de compromissos de deixar qualquer adulto cansado.

O mundo está exigindo muito de nós, mas não delas - sim elas estão na infância.
E nunca mais terão a chance de serem crianças de novo; e muito menos vivenciar o aprendizado através do brincar.

 Nós pais somos os responsáveis por garantir uma infância saudável e rica de brincadeiras.

BOA LEITURA E BOAS BRINCADEIRAS!

terça-feira, 3 de julho de 2012

É preciso escutar as crianças, por Rubem Alves.

 

Trecho do texto de Rubem Alves A arte de ouvir.
 
"Toda criança também quer ser escutada.
Encontrei, na revista pedagógica italiana “Cem Mondialità” a sugestão de que, antes de se iniciarem as atividades de ensino e aprendizagem, os professores se dedicassem por semanas, talvez meses, a simplesmente ouvir as crianças.
No silêncio das crianças há um programa de vida: sonhos.
É dos sonhos que nasce a inteligência.
A inteligência é a ferramenta que o corpo usa para transformar os seus sonhos em realidade.

É preciso escutar as crianças para que a sua inteligência desabroche.

Sugiro então aos professores que, ao lado da sua justa preocupação com o falar claro, tenham também uma justa preocupação com o escutar claro.
Amamos não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito.
A escuta bonita é um bom colo para uma criança se assentar... "
Rubem Alves


Achei muito bom esse texto do Rubem Alves, pois percebo o quanto as crianças solicitam nossa atenção; e somente percebemos se algo não está bem, quando escutamos de verdade o que eles têm a nos dizer.
A criança é um mutante em constante desenvolvimento e todos os dias acorda diferente, temos que ficar atento à essas mudanças e escutá-los para deixar sua inteligência desabrochar em sua plenitude!



segunda-feira, 28 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Família nosso "bem" mais precioso!

HOJE É O DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA,
A Família é a base de tudo, o seio dos valores e educação de nossos filhos,
por isso, ainda que os formatos de família mudaram é preciso transmitir
segurança, união e harmonia no lar para que as crianças cresçam saudáveis e felizes!

Sou abençoada pela família que tenho e agradeço por sempre serem meu porto seguro, meu alento e também minha felicidade.
Amo vocês acima de tudo!


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os benefícios das Artes Marciais para crianças ou adultos, por Mestre Fernando Lopes.



Primeiramente agradeço a oportunidade;
e aproveito também para dizer que admiro a sua iniciativa de divulgar e apoiar o meu projeto.
Pois, se cada um se doar um pouco, todos ganharão um futuro melhor.

OS BENEFÍCIOS DAS ARTES MARCIAIS PARA CRIANÇAS, OU ADULTOS.


Uma das qualidades que o praticante tem que ter em sua essência para fazer parte desta família, é a disciplina. Com ela adquirimos o foco, a determinação e o controle.
Critérios de grande valia para o seguidor da prática.

Eu costumo comparar a arte marcial à vida que levamos fora dos tatames, pois de nada vale um excelente lutador se os princípios não o acompanham nas atitudes diárias.

O significado da palavra “sensei”, como são chamados os professores de artes marciais, é “quem viveu antes”.
Portanto, àquele que traz mais experiência, e quem pode julgar o momento e a graduação correta para o aprendiz da arte.
Evolução técnica, dedicação, disciplina, inteligência, e boa conduta (dentro e fora do tatame), são critérios valiosíssimos para cada mestre avaliar seu aluno.
Para entender melhor o que é o ensinamento da luta, independente da idade, é preciso entender que além de ser uma arte milenar japonesa, é também uma forma de ensinar às pessoas a grande diferença entre violência e compromisso.
No tatame eu ensino o quanto estar comprometido com aquele propósito ajuda aquela pessoa e se tornar mais equilibrada em variáveis questões da sua personalidade, e no dia-a-dia.
Em momento nenhum é tolerável que o aluno use a técnica ensinada nas ruas, ou em qualquer outra possibilidade violenta.
Assim que o tal vai se graduando, usando o método de cores pelas faixas amarradas ao kimono, ele também conquista seu espaço perante os de menor graduação, servindo de exemplo e notoriedade, não só aos praticantes como perante a sociedade.
E é de uma valiosíssima responsabilidade para a arte marcial, pois durante a sua trajetória lhe foram colocados testes e obstáculos para que ele pudesse ser seu próprio exemplo de superação, adquirindo sabedoria física e mental.
Portanto, ensinar o Jiu-Jitsu não é apenas ganho de massa muscular, boa coordenação motora, ou ganho de premiações e troféus.
É ensinar que o ser humano é capaz de ser treinado com inteligência para, com disciplina e foco, alcançar seus propósitos com qualidade de vida.
Pois luta não é briga, é esporte.
Oss!

Mestre Fernando Lopes, “Fêpa”.
Atual Presidente da Federação Paulista de MMA
(e pai de duas crianças lindas!)
Pedra 90 - Clube Escola
Rua Rodes, 112
Campo Belo-SP.

Veja também a matéria da Academia Pedra 90, participando do Prêmio Generosidade:

http://criancasdasestrelas.blogspot.com.br/2011/11/jiu-jistu-do-bem-academia-pedra-90-e.html

Fêpa, muito obrigada pela sua linda matéria!
Conheço toda sua trajetória e sou testemunha da sua dedicação, da sua honra e sua garra tanto na vida quanto na luta pelo bom esporte.
Nós desejamos todo sucesso do mundo à você,
beijos Adri.