Estou lendo um livro sobre Crianças Índigos, me encantei com o prefácio de Mauricio de Sousa e resolvi compartilhar com vocês.
Prefácio
Quando a Rosana me pediu para escrever este prefácio sobre o fenômeno mundial das crianças índigos, eu ainda não tinha me dado conta dessa invasão maravilhosa, silenciosa, do bem, nascendo no âmago das famílias.
Antes de ler o texto gostoso, fluido da Rosana, eu também não havia me dado conta de que teria índigos na minha família. Mas daí eu começo a juntar pontas, a fazer algumas comparações, e vejo que as diferenças entre as crianças, hoje, vão realmente além da cor da pele, do estrato social, do nível escolar.
Diferenças que nos permitem uma avaliação mais clara, inclusive, entre o lado físico e o metafísico.
Não tenho muito o que escrever aqui, porque o texto que vem a seguir explica, e se explica, muito bem, mas quero deixar o testemunho de que há algo acontecendo de bom com uma parte de nossos descendentes. Há uma nova luz, um caminho aberto, uma nova forma de interação entre nós e alguns desses seres lindos que nos vieram como filhos, netos, até bisnetos ( no meu caso) Eles nos induzem ao diálogo, à verdade, a reflexões sobre temas que, não fossem por eles, passariam batidos e, em geral, carregados de preconceitos.
No lado profissional eu tenho sentido a "evolução" analisando a média de idade com que as crianças procuram e entendem nossas histórias em quadrinhos. Cada vez mais cedo. Nos meus contatos com crianças de diversos países percebo que o fenômeno é planetário. Crianças com os olhos mostrando a transparência da alma me inquirem sobre os porquês das histórias e das atitudes dos personagens, sugerem coisas, dão toques e não aceitam o não bem explicado. Não adianta alegarmo sono, cansaço, ignorância. Criança índigo não descansa enquanto não for atendida na sua busca incessante da informação da verdade, do carinho.
Estamos bem arranjados, ou a gente sobe os degraus com eles ou ficamos todos frustados. Eles por não terem nossa compreensão e companhia, e nós porque arriscamos perder a oportunidade da evolução, da parceria, na busca do conhecimento da alma.
Se eu tivesse visão para aura das pessoas, provavelmente enxergaria o azul do meu filho, Maurício Takeda, um jovem de 18 anos, participante de uma banda de rock e fera no computador e nos games mundiais. Desde cedo manifestou a sua vontade de debater e replica idéias em todos os níveis. Inclusive na escola, onde fui chamado muitas vezes por não entenderem suas posições, que viam como rebeldia. Justo o Mauricio, tranquilo, bondoso, artista, sensível...mas ao mesmo tempo perguntador e de opiniões firmes.
Sem dúvida um índigo.
Que por suas características me inspirou à criação do personagem "Do Contra", nas historinhas da turma da Mônica.
Depois veio meu bisneto mineirinho Daniel, maravilhando a família com sua inteligência, capacidade de comunicação e PORTUGUÊS CORRETO, IMPECÀVEL, AOS DOIS ANOS DE IDADE.
Sem perder o jeito infantil, das traquinagens, da ansiedade para brincar.
Outro Índigo na família.
Vamos nos acostumando com essa legião de crianças maravilhosas que sabem mexer com nossas almas tão bem quanto desvendam os meandros das máquinas, dos computadores .
Não estamos sós.
MAURICIO DE SOUSA
É com muita alegria que posto essas palavras de uma pessoa tão sábia e voltada para o Universo Infantil, como nosso querido Mauricio de Sousa.
Com isso os índigos ganham grandes aliados para levarem informações aos papais, para eles poderem ser amados, aceitos e compreendidos na sua missão.
fonte: Livro - Crianças Índigos, uma visão espiritualista, autora - Rosana Beni, Editora Novo Século.

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