"Ler é muito mais do que possuir um rico cabedal de estratégias e técnicas, não é mesmo?
Ler é, sobretudo, uma atividade voluntária e prazerosa, e quando ensinamos a ler devemos levar isso em conta.
As crianças e os professores devem estar motivados para aprender e ensinar a ler.
Assim, é importante distinguir situações em que “se trabalha” a leitura
e situações em que simplesmente “se lê”.
e situações em que simplesmente “se lê”.
Na escola, ambas deveriam estar presentes, pois ambas são importantes, além disso, a leitura deve ser avaliada como instrumento de aprendizagem, informação e deleite.
O professor deve mostrar-se um apaixonado pela leitura, porque é muito difícil que alguém que não sinta prazer com a leitura consiga transmití-lo aos demais.
A leitura, enfim, precisa ser contextualizada e significativa.
Para tanto, é imprescindível sua sistematização na escola e que esta tenha como ponto de partida os conhecimentos prévios dos alunos e passe pela organização de tempos e espaços escolares.
Neste contexto, o professor deve apresentar o livro (ou outro veículo) ao seu aluno, informar sobre a autoria, ler trechos da obra, estimular a curiosidade e demonstrar que o texto traz muito mais que instrução.
Cabe ainda ao educador, um agente transformador, fazer o intermédio entre a leitura e o aluno para que este, de forma prazerosa, possa construir um conhecimento mais elaborado, significativo e crítico de sua realidade."
Marcela L.
Esse texto da Professora Marcela, nos mostra como o hábito de leitura deve ser corretamente estimulado nas escolas e em casa também, devemos fazer da leitura um momento mágico e prazeroso, para garantir uma vida rica de cultura para nossas crianças.

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