Texto da Edição de Agosto de 2012
do Jornal Em Sintonia
do Jornal Em Sintonia
“Certo dia um idoso se negou a sorrir.
Dei cambalhota, contei piada e não sabia mais como agir.
- Eis que, lembrei-me de dar um abraço apertado.
Do idoso, mesmo calado vi uma lágrima surgir.”
O palhaço é aquele que faz piada, encanta e ao final sempre arranca uma gargalhada? Nem sempre.
O Palhaço-doutor visita pessoas em situações adversas, diferente do circo
onde a alegria já e o tema do dia. E quantas vezes em nossas vidas nos deparamos com alguma pessoa incapaz de sorrir ou se alegrar.
Num primeiro momento isto é extremamente embaraçador e nem sempre as palavras são eficazes ou capazes de contornar essas situações.
Por isso, antes de prosseguir recomenda-se um longo abraço.
O toque já foi objeto de muito estudo; e é o primeiro sentido que se desenvolve e continua ativo ainda que a visão e a audição começam a desaparecer.
Ele também é essencial para o conforto e a autoestima, afinal começa no útero essa percepção sensorial e por conta disso, se dá nossa forte ligação emocional com o contato físico.
O tato é o sentido que divide nosso corpo físico do emocional e para que ocorra um equilíbrio entre nossa razão e emoção é através dele que construímos essa ponte de conforto.
Quem resiste a um abraço apertado e demorado?
Se não está conseguindo ver muito sorrisos por onde passa e não tem um nariz de palhaço na bolsa; já sabe a solução e aviso que não tem contraindicação:
Se aproxime lentamente, diga palavras generosas e não hesite em dar aquele abraço sincero, que você será igualmente beneficiado pela troca de energia e afeto que se estabelece com esse toque.
Deixe suas células felizes, ao serem tocadas. Faça automassagem nos seus pés, faça carinho diariamente nos seus filhos e pais.
Com uma boa dose de amor e um toque suave, mais pessoas felizes e saudáveis deixará pelo caminho.
Dra. Chiclete
Palhaça-Doutora da Ong Presente de Alegria,
Formada em Medicina do Riso,
Com Especialiade em Besteirologia e
PHD em Riso Frouxo

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